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17 de julho de 2016

No terceiro e último post sobre as pâtisseries parisienses (clique para ver a Parte 1 e a Parte 2 – esta sobre macarons!), vamos falar de algo que é difícil encontrar alguém que não goste: chocolates! Paris tem alguns dos melhores chocolatiers do mundo e, na minha opinião, o mais bacana deles é o certificado pelo MOF (Meilleur Ouvrier de France), PATRICK ROGER.

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As boutiques são quase joalherias e os chocolates, verdadeiras obras de arte. Além de chocolatier consagradíssimo, Patrick é escultor. E em cada época e em cada vitrine sua, tu te deparas com alguma escultura (toda de chocolate, claro, e produzidas sem molde) impressionante.

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Os chocolates são inevitavelmente caros, mas valem cada euro. Os sabores variadíssimos, com crocância e cremosidade na medida exata, inesquecíveis! Alguns vêm em verdadeiras caixinhas de joias e esses são os mais preciosos.

Uma das opções que vem na dita caixinha: trufa de chocolate com ganache de caramelo salgado e siciliano: de comer rezando o rosário inteiro!

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Outra excelente opção são os chocolates de JACQUES GENIN. Na verdade, foi uma grata surpresa, pois o objetivo quando fomos à loja não era exatamente os chocolates. É que Jacques (sim, já fiquei íntima, haha) é conhecido por seu perfeito mil folhas, facilmente o melhor de Paris. Porém, embora sedenta para provar essa iguaria – que nem curto muito na versão brasileira, mas os franceses são outros quinhentos -, era época de Páscoa e quando chegamos na bela boutique no Marais, todos os doces disponíveis se resumiam a chocolates. Então, ok, fizemos o sacrifício de levar uma bela caixinha para o hotel.

Com um tantinho de decepção por ter perdido (dessa vez!) a oportunidade de experimentar o melhor mil folhas, descobrimos um dos melhores chocolates que já comemos. Mais sabores incríveis, deliciosas opções de pequeno tabletes que de derretem na boca com explosão de sabores. Amei e indico muito!

Lembrando que assim como os demais doces francesas, os chocolates deles são muito diferentes dos nossos. Menos açúcar, sabores mais fortes e marcantes são as principais diferenças no meu ponto de vista. E, confesso, há muito evito comer os tradicionais daqui, por conta disso.

Quem tiver mais dicas de pâtisseries francesas, não esqueça de deixar nos comentários para quem passa por aqui poder conhecer também!





11 de maio de 2016

Aproveitando o tema de uma das provas do último episódio de MasterChef (sim, sou viciada! E, sim, fiquei indignada por ter saído quem saiu na dita prova!) e dando continuidade aos prometidos posts sobre pâtisseries que fui em Paris, hoje vamos falar de um dos mais famosos doces franceses: macarons!

É super complexo de executar, muito gostoso de saborear e lindo de ver! Já fiz tentativas bem frustradas, entretanto ainda não desisti, um dia eu acerto! Além do mais, considero bem difícil achar bons macarons por aqui. Em Floripa, os únicos realmente gostosos que conheço são os da Mayra Pauli (se alguém tiver outra dica, me conta, please!). No entanto, estamos falando de Paris – a terra dessa lindeza – e vou contar as minhas experiências em duas pâtisseries especializadas, clássicas e consideradas as melhores: Ladurée e Pierre Hermé.

LADURÉE

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É a mais conhecida, mais clássica e com filial no Brasil. Eu já conhecia e, pra mim, sempre foi a melhor. Fundada em 1862 – em Paris – é o clássico dos clássicos e assim são os seus sabores também. Sem muitas inovações, apesar de alguns sabores sazonais diferenciados, os macarons da Ladurée são básicos e perfeitos: chocolate, café, limão, framboesa, caramelo salgado, doce de leite, pistache…

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As caixinhas com o logo são um mimo à parte e dá vontade de ter uma de cada, já que são vários os modelos! As lojas são lindíssimas, com ar vintage e sofisticado. É imperdível ao menos uma visita!

PIERRE HERMÉ

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Eu não conhecia Pierre Hermé e… nossa! Tão maravilhoso! É o concorrente direto da Ladurée e na minha opinião vence a disputa (como adiantei no instagram)! O macarons são maiores, mais bonitos e com sabores surpreendentes!

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Além dos tradicionais, são várias as criações por temporada: azeite de oliva com baunilha, licor com violeta (foto abaixo), chocolate ao leite com chá earl grey, ruibarbo com morango… é quase impossível escolher o mais delicioso! Tem muitas lojas espalhadas pela cidade e também há outros doces lindos, além de chocolates. Recomendo muito, muito, muito!

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 As caixinhas com seis (Ladurée) ou sete (Pierre Hermé) macarons custam em torno de 18 euros. É possível comprar individualmente ou em caixas maiores. Tá muuuito longe de ser barato, mas pessoalmente acho uma pequena extravagância que vale muito a pena!





19 de abril de 2016

Mês passado meu marido e eu comemoramos nossas Bodas de Algodão – 2 anos de casamento! – em Paris. Já havia estado outras vezes nessa cidade incrível, mas não depois que descobri minha paixão terapêutica pela culinária e, mais ainda, pela confeitaria (um dia ainda conto a dificuldade que foi pra fazer o meu primeiro bolo decente!). Desde então sigo tentando aperfeiçoar técnicas e sabores. Aí nada melhor que um roteiro pelas autênticas pâtisseries francesas para tentar aprender um pouquinho mais – ao vivo e em cores – sobre os melhores doces do mundo! Então, já saí daqui com o roteiro bem redondinho! Vou contar um pouco sobre cada uma e o que escolhemos experimentar – dividi em alguns posts para não ficar tão cansativo!

LA  PÂTISSERIE  DES  RÊVES

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Facilmente um dos meus doces favoritos da vida é torta de limão. Então, é lógico que eu não poderia deixar de experimentar uma das melhores de Paris e, ouso dizer, uma das melhores do mundo! Junto com a Paris-Brest, a tarte au citron meringuée do Chef Pâtissier Philippe Conticini é um super destaque da incrível La Pâtisserie des Rêves.

Lá as opções são muitas e altamente apetitosas, sem falar que o ambiente é bem bacana! Eu fiquei super enlouquecida, pois sou bem descontrolada com doces e era um mais lindo que o outro, impecavelmente expostos em redomas de vidro modernas e charmosas! Gente como eu precisa ir obstinada a comer um único doce específico, senão corre sérios riscos de passar uma tarde lá e depois sair rolando!

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Então, saí de casa já com objetivo certeiro: tarte au citron! E, mesmo com uma baita expectativa, ainda conseguiu me surpreender! O creme de limão é dos deuses e, aqui, esqueça leite condensado! A base desse doce (e da maioria dos outros) são ovos e açúcar, muito mais sutil e saboroso. O merengue é inigualável, tanto é que eu comi todinho – em regra dou uma raspadinha para o lado, pois não sou muito fã de merengues. Mas, o que a torna mais que especial é a massa sablé perfeita, fina, leve e mega crocante. De sonho, literalmente!

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Há mais de uma loja La Pâtisserie des Rêves em Paris e eu recomendo ir na da Rue de Longchamp, pois tem um ambiente com mesinhas bem clean e tranquilo, onde você pode saborear tranquilamente o doce (ou os doces!) escolhido(s) acompanhado(s) de um cafezinho ou um bom chá! Não são todas as confeitarias que possuem mesas ou balcões, arrisco a dizer que na maioria você compra e leva para comer em algum lugar – o que também não é má ideia, já que opções deliciosas ao ar livre em Paris é o que não faltam! Mas, quando é possível comer na própria confeitaria, gosto de sentar e curtir o momento como se não houvesse amanhã!





29 de agosto de 2015

Oi, gente! Depois de quase um mês longe do blog, estou de volta e com muitas saudades! Eu realmente estava precisando de férias, de sair um pouco da minha rotina diária e passar um tempinho longe de tudo. O mês anterior não tinha sido fácil e já estava começando a ser tomada por uma falta de inspiração – e até de interesse – pelo mundo virtual, que tanto adoro! Agora, com ânimo renovado e muitas ideias para por em prática, o blog também volta totalmente à ativa e com muiiitos posts programados para os próximos dias! E, pra começar, vou contar um pouquinho de como foi meu lindo agosto – isso (e muito mais) registrado no Instagram (não segue ainda? Vem cá: @bru_aguiar)!

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1. Nosso primeiro destino foi Amsterdã, a cidade dos charmosos canais! 2. Ainda em Amsterdã, no Museuplein (onde ficam o Rijksmuseum e Van Gogh Museum) estava rolando uma exposição de artistas holandeses, eram um coelhinho mais fofo que o outro!

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3. Das cidades que estivemos, a única que eu ainda não conhecia era Copenhague! Eu super queria conhecer e não só supriu minhas expectativas, como foi bem além! Linda, linda! Esse lugar da foto é o Nihavn, novo porto, que é cheio de restaurantes e tem um clima delicioso! 4. Em Copenhague, fica um dos parques de diversões mais antigos do mundo, o Tivoli! Fiquei apaixonada por esse lugar incrível, todo vintage!

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5. Christiania: um bairro anarquista e independente de Copenhague, onde tudo é permitido, exceto tirar fotos (a não ser na entrada) e correr. 6. Dresden, uma cidade impressionante, mesmo com chuva.

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7. O incrível Memorial do Holocausto em Berlim8. E nós numa das partes que ainda estão de pé do Muro de Berlim!

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9. Pra mim, Praga é uma das cidades mais bonitas do mundo… 10. De noite, então! ♥





13 de julho de 2015

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Como Água para Chocolate é um restaurante que fica do ladinho do Pátio Bellavista, próximo à La Chascona e ao funicular que leva ao Cerro San Cristóbal. Fomos no almoço e confesso que passando pela frente, a gente não dá nada por ele. Mas, como sabíamos do potencial gastronômico do lugar, entramos na fé, hahaha! Ainda bem! O interior do Como Água para Chocolate é encantador, colorido, pitoresco. Super diferente! E, apesar do atendimento péssimo, a comida vale cada segundo!

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Couvert: como no Mestizo, eles oferecem pães com Chancho, muito bom!

Entrada: escolhemos o Centolla de mi País, uma salada com a tradicional centolla (aquele mega caranguejo), quinoa e abacate. Super leve, diferente e saborosa! Compartilhamos o prato e foi mais do que suficiente!

Prato Principal: meu marido e eu escolhemos o mesmo, pois tínhamos lido diversas indicações e realmente, sem erro: Congrio Almendrado. É um congrio com creme de espinafre, coberto de amêndoas. O sabor é indescritível! Fabuloso! E é muito bacana, pois vem nesse prato de pedra, pelando, o que dá todo um charme!

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Para beber, eu optei por Pisco Sour de novo e meu marido foi na cerveja peruana Cusqueña, que ele adora! Dessa vez, pulamos a sobremesa e deixamos pra tomar um sorvete mais tarde!

Esse restaurante é super bacana pra ir a noite ou no almoço mesmo. Lembrando que ele abre às 13h. Maiores informações, reservas, etc: no site!

 

 

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