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31 de outubro de 2017

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Sempre tive um certo preconceito com a Tailândia. Sabia que era um lugar paradisíaco, porém, ao mesmo tempo, as referências de Bangkok trazidas por filmes – que no meu catálogo particular não saiu muito de Se Beber, Não Case! – eram um pouco assustadoras. Muita loucura, baderna, drogas e promiscuidade seria o quadro que eu pintaria da capital tailandesa. Por outro lado, tenho amigos com experiências muito positivas desse país tão peculiar e variado, e sempre me disseram que um dia deveria conhecer.

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Então, após um plano de viagem meio frustrado (a ideia era Croácia e Turquia, mas com os atentados em Istambul, acabamos prorrogando para este ano), marido e eu procurávamos outros lugares para conhecer. E surgiu a Tailândia! De cara, fomos meio reticentes. Muito longe, muito louco, que medo, não sei. Mas, pesquisando melhor e com o incentivo e ajuda na montagem do roteiro de um amigo em especial, tudo se desenhou e, em um dia, as passagens estavam compradas e os hotéis reservados.

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E que surpresa maravilhosa! Dos templos incríveis às praias paradisíacas, esse país espetacular oferece experiências arrebatadoras e momentos que facilmente se eternizarão em nossas memórias. Com uma culinária picante e super característica, pessoas amáveis, gentis e delicadas que te fazem sentir uma rainha em sua terra, o budismo pulsante nos templos e fora deles, a Tailândia vai muito além da rua Khao San Road de Bangkok, a que aparece nos filmes e nos dá a impressão de um lugar ensandecido. É um país espetacular e de cultura riquíssima! Tive dias fabulosos lá e guardo com tanto carinho, que me deixaram com aquele gostinho diário de quero-mais!

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Sigamos com o roteiro! Como optamos voar pela Emirates – que, por sinal, super indico: atendimento excelente, aeronaves limpíssimas e modernas, pontualidade árabe (!) – a parada em Dubai era obrigatória, então resolvemos ficar alguns dias e conhecer um pouquinho dessa cidade impressionante e culturalmente distinta. De lá, seguimos para a Tailândia (Bangkok, Chiang Mai e Krabi) e, depois, Cingapura – dica daquele mesmo amigo que nos ajudou com o roteiro e, de fato, foi um excelente desfecho de viagem! Então, compartilho meu roteiro, com os respectivos hotéis e indico fortemente cada lugarzinho, pois foi tão perfeito que arrisco dizer: uma das melhores e mais inesquecíveis viagens que fiz na vida.

DUBAI | 3 noites | Kempinski Hotel Mall of the Emirates

BANGKOK| 4 noites | Anantara Siam Bangkok Hotel

CHIANG MAI | 3 noites | Anantara Chiang Mai Resort 

KRABI | 5 noites | Rayavadee

CINGAPURA | 3 noites | Marina Bay Sands

Os deslocamentos foram todos aéreos, os internos na Tailândia e para Cingapura com a Air Asia (super ok) e os demais com a Emirates.

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Talvez o período que tínhamos disponível para viajar (setembro), não seja o mais apropriado para aquele lado do mundo. É época de monções e, não raro, chove demais. Resolvemos encarar o risco e tivemos sorte: choveu um pouco em Chiang Mai, nada que tenha nos atrapalhado.  E em Krabi, alguns dias deu aquela típica “chuva de verão” no final da tarde, mas na hora do jantar já havia parado e tudo bem.

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Enfim, como eu disse: a Tailândia é um país espetacular, impressionante e que merece muito a nossa visita. Sem medo, sem preconceitos, de coração e mente abertos: vá!

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24 de setembro de 2017

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Quando resolvi voltar a escrever aqui no blog, resolvi que abordaria apenas assuntos que realmente me interessassem, já que o tempo é curto e imposições de pauta já não me servem mais. Além de séries e livros, que já eram comumentes vistos por aqui, quem me conhece minimamente sabe o quanto amo viajar, pesquisar e conhecer lugares. E como tenho algumas experiências bacanas pra compartilhar, acho válido falar um pouco mais sobre o tema aqui – a tag “viagens” sempre existiu, mas era pouco explorada. Para (re)iniciar então, escolhi falar sobre um lugar espetacular que conheci este ano: Cape Town!

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Já havia algum tempo que tínhamos vontade de conhecer Cape Town – ou Cidade do Cabo, em bom português -, e finalmente encontramos a data ideal. Escolhemos o feriado de Páscoa, que coincidiu com o meu aniversário e, também, foi bem pertinho do nosso aniversário de casamento, então lá comemoramos nossas Bodas de Trigo! Tinha lido muito sobre a cidade, minha expectativa era realmente alta, mas ainda assim me surpreendi! É uma cidade maravilhosa, lindíssima, clima delicioso, alto astral, com inúmeras programações, vinhos e comida perfeitos! Destino fabuloso que tenho vontade de indicar pra todo mundo!

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VOOS | Ainda não temos voos diretos do Brasil para a Cidade do Cabo. Quem voa para a África do Sul é a Latam e a South Africa, sendo que ambas fazem conexão em Joanesburgo. Uma opção é ficar uns dias lá e/ou fazer safári no Kruger Park, seguindo depois para a Cidade do Cabo. Nós, como tínhamos poucos dias, optamos por ficar apenas na Cidade do Cabo e conhecer as vinícolas nos arredores.

TEMPO IDEAL | Chegamos num sábado e fomos embora na sexta seguinte, portanto foram 6 noites. Achei o tempo ideal. Conseguimos fazer tudo o que tínhamos programado com tranquilidade, sem correria e podendo aproveitar bem cada momento.

CLIMA | Fomos em abril, na semana de Páscoa e o clima foi bem variado. De 14 a 30 graus, houve dias de frio, de calor, de vento… haja variedade de roupas!

HOTEL | Sempre pesquisamos muito detalhadamente os hotéis que escolhemos e com esse não foi diferente. Optamos pelo indiano TAJ Cape Town que, embora não fique no ponto mais badalado da cidade (Waterfront), tem uma ótima localização. Além do mais, há shuttle de hora em hora para o Waterfront e Table Mountain, o que facilita bastante a locomoção. Adoramos o hotel! O atendimento é muito atencioso, ambiente bonito, clássico e refinado, com alguns toques da Índia. O quarto é espaçoso, muito aconchegante, lindamente decorado e bem equipado – inclusive com ferro de passar roupa (acho essencial e em muitos países não é comum ter nos hoteis!).

LOCOMOÇÃO | Alugamos um carro, que pegamos no aeroporto e lá devolvemos. Para quem não tem o costume de dirigir na mão inglesa, isso pode gerar um semi-pânico inicial (pra nós gerou! hahaha), mas logo acostuma e as estradas da região são excelentes. Outra boa opção, que usamos para locais mais próximos, são o Uber (excelente! Inclusive o Uber Black fica num preço super ok) e os táxis, além dos próprio shuttle do hotel.

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Mais fotos: @bru_aguiar





29 de abril de 2015

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Uma das coisas que mais gosto na vida é viajar, conhecer novas culturas e lugares! Eu e meu marido não conhecíamos o Chile e eu tinha uma vontade imensa de conhecer Santiago. Então, aproveitamos o feriado de Páscoa, demos uma emendada e fomos pra lá comemorar nossas Bodas de Papel. Além de ser um destino interessante, Santiago é relativamente próximo (aproximadamente 4 hrs de voo, saindo do Rio ou SP) e não requer muitos dias para conhecer o essencial, o que facilita bastante quando se tem pouco tempo. Além do mais, o fator climático colabora: é raríssimo chover em Santiago! Ficamos 4 dias inteiros (sem contar ida e volta) e eu achei o tempo ideal para permanecer na cidade.

Santiago me surpreendeu logo de início: é uma cidade linda, grandiosa, imponente e com arquitetura super moderna nos bairros mais nobres, como Providência e Las Condes. A comida é excelente, com uma imensa variedade de restaurantes deliciosos para se escolher – maaas isso é assunto para outro post.

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Hoje vamos falar dos pontos turísticos básicos de Santiago. Quando chego em uma cidade que não conheço, um dos meus programas favoritos é sair caminhando com um mapa na mão (sim, posso ser bem turistona!), conhecendo monumentos e explorando lugares com história pra contar. Então, aqui os locais que você não deve deixar de conhecer…

Centro Histórico

Uma visita ao centro histórico de Santiago é essencial! O ideal é iniciar o passeio pela grande Plaza de Armas, onde se encontra a Catedral e os Correos. Caminhando em direção ao Palacio de La Moneda, você vai passar pelo Edificio del ex Congreso, onde foi a sede do Congresso até 1973, antes de ser fechado pelo golpe militar. Quando retornou, em 1990, foi transferido para Valparaíso. Em frente, em estilo neoclássico, está o Palacio de los Tribunales de Justicia. Continuando pela Calle Morandé, chega-se ao imponente Palacio de La Moneda. Aqui, funciona a sede da Presidência da Repúblico do Chile.

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Nós nos perdemos nas ruas, admirando a arquitetura e os cenários, que muito lembram algumas cidades europeias em vários aspectos arquitetônicos. O passeio é uma delícia e vale muito a pena pra quem curte conhecer a história do lugar.

Cerro San Cristóbal

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Para subir ao Cerro San Cristóbal, onde temos uma vista deslumbrante de toda a cidade de Santiago, é preciso pegar o funicular. É rapidinho, sai a cada 15 minutos, além de ser um trajeto bem gostosinho de fazer.

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Lá em cima, a ordem é apreciar, apreciar, apreciar. Mesmo no início do outono, foi possível ver os cerros nevados, lindo, lindo! No meio do caminho – o funicular faz uma parada na ida – há um zoológico. Apesar de adorar zoos, optamos por não ir, mas li que é muito bom.

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Mercado Público

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Tá aí um lugar que é lei nos roteiros e guias básicos, porém eu não recomendo e não voltaria. O motivo é bem simples: não vi absolutamente nada de atraente, a não ser algumas centollas (aqueles caranguejos gigantes, típicos da culinária chilena) em vitrines, cheiro fortíssimo de peixe e muitos restaurantes pega-turistas.

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Demos uma olhadinha e saímos rapidinho. Não curti!

Parque Florestal

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O Parque Florestal é longo e fica entre grandes avenidas. É bem agradável, muito embora seja as margens do Rio Mapocho – que não é dos mais bonitos – e, em alguns pontos, o parque lembra muito o parisiense Jardin des Tuileries. 

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Não sei bem como é a questão de segurança e violência no Chile, mas confesso que me senti um pouco insegura no parque. Havia um ou outro mendigo e poucas pessoas caminhando, pelo menos no horário em que fui. Ainda assim, certamente merece uma visita.

La Chascona 

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La Chascona foi uma das casas de Pablo Neruda, hoje transformada em museu. Na verdade, continua tudo lá como era quando Neruda vivia com a esposa, inclusive os pertences deles e tudo mais. A casa é muito, muito bacana. Eu achei mágico estar naqueles ambientes onde tanta coisa aconteceu, não imaginava que adoraria tanto. Uma coisa super legal é que você faz o passeio guiado por áudio, possibilitando entender cada cantinho da residência. Amei e é o ponto turístico que mais indico em Santiago, daqueles tipo tem-que-ir! ♥

 

 

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