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17 de abril de 2015

chez b. síndrome psíquica grave 01

Quando vi Síndrome Psíquica Grave no catálogo da Editora Galera Record, da qual sou parceira, fiquei super animada pra ler! Então, ele logo chegou – como mostrei neste vídeo – e… bem, não era muito aquilo que eu imaginava.

A sinopse diz tratar da história de uma estudante do primeiro ano de psicologia que analisa demais as situações de sua vida; principalmente no que diz respeito ao sexo oposto. Pois bem, a partir disso, tirei conclusões precipitadas de que o livro traria uma garota um tanto neurótica e com análises reais, profundas e com algum fundamento sobre os mais diversos assuntos e problemas – como sugere o título, diga-se de passagem. Não foi bem assim.

O enredo é narrado em primeira pessoa por Leigh, uma menina que recém entrou na Universidade de Stiles, junto com seu namorado chato, Andrew. A relação deles é tosca, infantil e fria. Temos ainda Ami (a colega de quarto dela) e Nathan (o colega de quarto dele), como personagens centrais. Leigh é, de fato, um pouco neurótica, mas é para o lado infantil da coisa. Ela é uma garota  imatura, medrosa e insegura. Não é exatamente chata, porém, sabe aquela personagem que dá vontade de sacudir, só pensa besteiras e é “bobinha”? Então, esta é Leigh Nolan. A relação dela com o namorado é um fracasso e só ela não percebe e nem mesmo quer perceber. As inseguranças dela são toscas e superficiais. Ainda bem que temos um personagem que segura bem o livro: Nathan. É o colega de quarto gato de Andrew, com quem Leigh passa a ter sonhos… sedutores, por assim dizer. Os trechos em que ele “aparece” são os melhores. É um garoto interessante e diferente, não dá muito pra sacar exatamente qual é dele e isso é o mais bacana.

Apesar dos pesares, eu gostei bastante do livro. Não é o livro da vida, realmente não. É uma leitura gostosa, rápida, simples e que flui despretensiosamente. Não tem grandes sacadas, reviravoltas incríveis ou uma síndrome psíquica realmente grave. Ainda assim, proporciona momentos agradáveis e uma certa vontadezinha de entrar na cabeça da Leigh e dar uns palpites e umas chacoalhadas nela!

Ah, uma probleminha de revisão do livro: alguns errinhos de digitação, letras a mais ou a menos. Nada que uma nova revisão não resolva!

Alguém mais já leu? O que acharam?

 

chez b. síndrome psíquica grave 02

 

 

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20 de março de 2015

CHEZ B. A SELEÇÃO A ESCOLHA KIERA CASS 01

Enfim, terminei os três livros já lançados da saga A Seleção. Contei em outras duas resenhas sobre os primeiros livros (A Seleção e A Elite), mas vou resumir rapidinho pra quem tá chegando agora: a série é uma distopia, passa em um país chamado Illéa, cujo sistema de governo é a monarquia e a sociedade é dividida em oito castas. O príncipe Maxon precisa se casar e, para tanto, será realizada a tradicional Seleção, uma espécie de reality show para que o príncipe escolha sua noiva. America Singer, a protagonista, inscreve-se e acaba sendo escolhida para integrar o time de garotas do qual uma será princesa e esposa de Maxon.

Logo, a grande maioria das garotas são dispensadas, restando apenas seis, que compõem a Elite. Dentre elas, está America, com seu coração dividido entre o príncipe, o primeiro amor de sua vida – Aspen, as obrigações inerentes à coroa, além das mudanças que gostaria de fazer em seu país. Nesse terceiro livro, os rebeldes atacam desenfreadamente o palácio e a autêntica America percebe o quanto precisa lutar para assegurar um bom futuro ao seu povo, caso seja escolhida pelo príncipe. Aliás, conquistar de vez o coração de Maxon, também é algo que precisa batalhar, pois a competição está chegando ao fim e ela já não está bem certa se é realmente dona desse amor.

Maxon, por sua vez, frente à confusão de sentimento, dúvidas e incertezas de America, aproxima-se muito das outras componentes da Elite, o que deixa o leitor bastante intrigado. Outro detalhe bem marcante: o caráter do príncipe é posto à prova diversas vezes e seus pais, o rei e a rainha, revelam suas verdadeiras personalidades.

O livro é uma delícia do início ao fim, como os outros da série. Daqueles que realmente não dá vontade de largar e ocupa sua mente com a ansiedade pelo próximo capítulo. O final realmente surpreende. Achei que seria algo básico, como de qualquer romance de princesa. Só que não. É beeeem melhor!

 

CHEZ B. A SELEÇÃO A ESCOLHA KIERA CASS 02

 Mas, ainda bem, não pára por aí. Dia 5 de maio, aqui no Brasil e nos Estados Unidos, será lançado A Herdeira, o quarto livro da série para matarmos a saudade desses personagens amados! Ansiosíssima!

CHEZ B. A SELEÇÃO A ESCOLHA KIERA CASS nota





10 de março de 2015

chez b. a elite a seleção

A Elite é o segundo livro da série (já não é trilogia, considerando que o quarto livro será lançado em maio) A Seleção – sobre o primeiro falei aqui! Apesar de gostar bastante, tenho um pezinho atrás com continuações, um certo receio de que fique enjoativo e vá perdendo a graça. Mas, já no fim do primeiro fiquei enlouquecida pra continuar a história e engatei logo A Elite. Sorte a minha que tinha comprado os três de uma só vez! É impossível ler A Seleção e não ter vontade de devorar os demais!

No A Elite restam apenas seis garotas na disputa pelo coração do príncipe Maxon. É a segunda fase da Seleção e, por mais incrível que possa parecer para a própria America, ela está entre as garotas selecionadas para esta etapa. Aqui, ficamos sabendo um pouco mais sobre Illéa, conhecemos melhor as meninas remanescentes da Seleção e muito sobre os rebeldes, que atacam diversas vezes o palácio.

Nesse tempo, dá pra ver uma boa mudança em America. Ela amadurece ao longo da trama, muito embora ainda viva conflitos internos sobre a possibilidade de se tonar princesa. Maxon também está mais maduro, aguarda ansiosamente uma definição de America sobre seus sentimentos com relação à ele e, nesse tempo, aproxima-se um pouco mais das outras garotas que continuam no palácio. Assim, algumas atitudes do príncipe acabam sendo um tanto dúbias e me irritaram um pouco – apesar de ele ter certa razão, confesso! Aspen – que, agora, é guarda no palácio – ainda está lá, insistindo no romance com sua amada… O que deixa America ainda mais enrolada e cheia de dúvidas!

No mesmo nível do primeiro, o livro é rápido e extremamente envolvente! Não tem como não se apegar à America, seus compreensíveis medos, conflitos, dúvidas… Claro, às vezes as neuras são tantas que dá uma irritadinha, but ela é tão querida que não importa tanto e fiquei é com vontade de ser amiga dela!

E como eu disse lá em cima: é impossível não querer continuar a leitura. Terminei A Elite com muito gostinho de quero mais e já me agarrei no A Escolha! Ah, dia 5 de maio será lançado A Herdeira, o quarto livro da série, que teve a capa divulgada mês passado! Uhul!

 

 

chez b. a elite a seleção nota





3 de março de 2015

chez b. amy matthew 02

Assim que vi a capa de Amy & Matthew foi amor à primeira vista! Adoro capas delicadas e fofas. Ainda não sabia o enredo, mas já tava doida pra ler! Então, pensem na minha felicidade quando ele chegou bem lindo pelos Correios, enviado pela Galera Record, editora parceira do blog.

De início, achei que não me apegaria muito ao enredo e aos personagens. Não só pelo fato de ser narrado em terceira pessoa – prefiro quando a visão é de um dos protagonistas -, mas, também, por parecer um pouco mais do mesmo que tenho visto por aí. Ledo engano…

Amy é uma garota de 17 anos, portadora de paralisia cerebral, o que a impede de falar (pra isso ela usa um computador, como Stephen Hawking), depender do auxílio de um andador, além de outras limitações físicas. Amy é extremamente inteligente, bem humorada e consciente do mundo em que vive. Apesar disso, tem dificuldade em fazer amigos, já que as pessoas não se aproximam muito dela e, vive cercada por auxiliares profissionais, em razão de suas necessidades especiais.

Viver em um corpo que limita minhas escolhas significa não ser uma vítima da moda ou das pressões culturais, porque não existe lugar para mim na cultura que vejo. Ao ter menos opções, sou mais livre do que qualquer outro adolescente que conheço. Tenho mais tempo, mais escolhas, mais caminhos a seguir. Eu me sinto abençoada e, sim – me sinto uma garota de sorte. {p. 23}

Na iminência de entrar para a universidade, no último ano do ensino médio, Amy necessita relacionar-se com pessoas da idade dela, fazer amigos, tornar-se um pouco mais independente. Por conta disso, Nicole (sua mãe), contrata como “ajudantes” alguns colegas da própria escola e, dentre eles, está Matthew.

Matthew é o ajudante preferido de Amy, com quem ela mais se identifica e para quem conta tudo. Ele, por sua vez, passa a gostar cada dia mais de Amy, admirá-la e perder o medo de conviver com suas limitações físicas. Porém, durante o delicioso convívio entre esses personagens apaixonantes, descobrimos – junto com Amy – que, na verdade, quem realmente precisa de ajuda é Matthew. Tachado de estranho em relação aos demais meninos de sua idade, sofre de um grave TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), impedindo que tenha uma vida normal. Amy passa a estudar o assunto, incentivar Matthew a procurar ajuda profissional, além de ajudá-lo com tarefas e missões que mostram resultados muito positivos. Nesse contexto, a amizade entre os dois cresce a cada dia mais, transformando-se em fortes sentimentos desconhecidos e indefinidos para ambos.

E assim é o desenrolar dessa linda história de amizade, amor, ajuda mútua, aprendizado e superação. Senti falta de um final mais marcante, é verdade, mas acredito que seja uma brecha pra uma possível (e esperada) continuação. A história, embora trate de temas fortes, é leve, é sensível, agradável de ler e animada. Não sei qual dos dois personagens centrais é mais cativante, já que pouco a pouco fui amando cada um do jeito que é e que buscar ser.

O livro lembra três histórias que guardo no coração: Extraordinário, Como eu era antes de você e A culpa é das estrelas. Vale cada parágrafo, cada lição, cada palavra de Amy, cada pensamento de Matthew. Simplesmente: leia!

 

chez b. amy matthew nota





10 de fevereiro de 2015

chez b. a seleção trilogia resenha

Um dos primeiros posts que li no blog da minha querida amiga Carol, o Pequena Jornalista, foi uma resenha sobre a trilogia A Seleção. A indicação foi tão certeira que tive a certeza de que iria amar e acabei comprando os três livros de uma só vez! Confesso que até então, apesar de já ter visto diversas vezes nas livrarias, não havia me despertado interesse. Talvez por aquele meu velho preconceito com relação à capa (que lembram os livros de Nora Roberts) ou quiçá por achar que seria altamente juvenil e um pouco tosco pra uma quase balzaca. Não me enganei: o livro é sim super teenager! Mas… eu amei!

A Seleção é a primeira distopia que leio e, contrariando todas as minhas expectativas, peguei o gosto. America Singer vive em Illéa, um país formado após a Quarta Guerra Mundial, após a China dominar os Estados Unidos (eu disse que era uma distopia!!!!), cujo sistema de governo é uma monarquia e a sociedade dividida em oito castas. America é uma garota da casta Cinco, ganha a vida com a música e o canto, ajuda sua família e a é apaixonada pelo jovem Aspen – um Seis.

Por outro lado, o príncipe Maxon, filho único do rei e rainha de Illéa, precisa se casar e, para tanto, será realizada a tradicional Seleção, uma espécie de reality show para que o príncipe escolha sua noiva. Todas as meninas de 16 a 20 anos do país podem se inscrever e serão selecionadas 35 para participar da disputa. Contrariada, America se inscreve e acaba sendo escolhida para integrar o time de garotas do qual uma será princesa e esposa de Maxon. Todas vão para o palácio, onde conviverão com o príncipe e terão todas as mordomias inerentes à coroa.

O primeiro livro da trilogia conta, sob a ótica de America, a primeira etapa da Seleção, sua relação com o príncipe, o amor de Aspen deixado para trás, as aventuras, desilusões, amizades, angústias e medos vivenciados no palácio.

O enredo é super rápido e animado, daqueles livros que não dá vontade de largar. É uma leitura simples, leve e gostosa. Óbvio que é um livro juvenil, então não vá esperando complexidade e grandes debates. Mas, espere sim, ficar apegada à América, suspirar por Maxon, ter raivinha de Aspen e ficar louca pela continuação! <3

Agora tô lendo A Elite, o segundo livro e, assim que terminar, conto pra vocês!

chez b. a seleção trilogia resenha 01

Ps.: Li em algum lugar que a Warner Bros comprou os direitos para a adaptação cinematográfica. Alguém sabe algo sobre isso? 

 

 

chez b. a seleção trilogia nota