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1 de junho de 2015

Tenho visto muitos blogs fazerem uma retrospectiva do mês, não exatamente com o que se passou no próprio blog, mas sim com os momentos mais marcantes do mês da blogueira que os escreve. Gostei muito da ideia e venho ensaiando implementar aqui no Chez B. Acho uma forma bem bacana de registrar os nossos meses e, lá pra frente, relembrar. Então, selecionei algumas fotos do meu Insta (se não segue ainda, vai lá: @bru_aguiar) pra compartilhar com vocês e contar um pouquinho como foi meu mês!

chez b. retrospectiva maio

1. Maio inicia com feriado delícia já no dia 1º e eu não poderia começar melhor: em Porto Belo (SC), onde fica o apartamento de praia da minha família, um dos meus lugares favoritos no mundo! 2. Uma receita que eu estava para experimentar há tempos: Torta Rústica Ratatouille do Pitadas da Rita! Ficou delis ♥

chez b. retrospectiva maio 01

3. Daí comprei esse batom divino da coleção Isabel e Ruben Toledo para MAC (cor: Opera) e… perdi! Sim, usei UMA vez e não sei onde coloquei, mas ainda há esperanças nesse coração de encontrá-lo! 4. Tava doida de ansiedade para ler A Herdeira, o quarto livro da série A Seleção, que lançou em maio. Quer saber o que achei? Dá uma passadinha amanhã aqui no blog!

chez b. retrospectiva maio 02

5. Mais de um ano depois do dia mais lindo da minha vida, consegui finalmente escolher as fotos para o álbum de casamento! Essa é uma das que mais gosto, cheia de pessoas preferidas no mundo! 6. Quem me segue no IG sabe bem: Toy tem espaço cativo lá, eu quase divido minha conta com ele! Aqui, super sorridente depois de voltar do banho com gravata do Olaf, de Frozen!

Me contem, vocês curtem esse tipo de post?

 

 

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19 de maio de 2015

chez b as revistas que ainda leio 07

Desde pequena eu tenho uma grande paixão por REVISTAS. Começou com os gibis e revistinhas infantis e, logo que entrei na pré-adolescência, já comecei a incomodar meus pais querendo comprar Carícia, Atrevida (minha preferida!!!) e Capricho. Lembro da ansiedade que era cada começo de mês ou quinzena, à espera da nova edição! Na quinta série, eu cometia um pecado do bem em prol das minhas queridas revistas: levava para o colégio com o objetivo único de emprestar pras minhas amigas que as mães não deixavam ler!

chez b as revistas que ainda leio 01

Apesar de nem sempre o conteúdo ser dos melhores e de ditar regras e comportamentos muitas vezes bobos, a Capricho & Cia me ensinaram muitas coisas. Lá estavam todas as dúvidas que uma adolescente poderia ter, passando por sexo, roupas transadas (e essa expressão?!!), músicas e artistas gatos da época. Vinham pôsteres do Brad Pitt e dos Hanson pra colar na porta do guarda-roupa e tinham vários testes do tipo “que amiga você é” ou “será que ele gosta de você” que ficava ansiosa pra fazer todos os meses.

chez b as revistas que ainda leio 02

O tempo passou, obviamente fui amadurecendo e a Capricho já não trazia mais novidades para o meu mundo. Era “coisa de pirralha”, sabe? Então, entrei numa fase fitness e passei a comprar Boa Forma. De vez em raro, comprava também a Nova, mas nunca foi uma revista que me atraiu muito. A folha era muito fina e o assunto era único: sexo.

chez b as revistas que ainda leio 03

Na transição real da adolescência para a idade adulta, eu entrei em crise com relação a revistas. Não me identificava com nada mais. Sempre procurava algo novo na banca, mas, ou as publicações eram para mulheres mais velhas ou muito mais novas. Cadê o meio termo? Tentei a Elle por um bom tempo e, também, a Vogue, porém o assunto era basicamente moda e coisas distantes do meu interesse. Achava cansativo e acabei abandonando.

chez b as revistas que ainda leio 04

Depois de um bom tempo sem saber muito o que ler, achei uma revista que era a minha cara: Marie Claire. Conteúdo bom e variado, matérias bem escritas e embasadas. Uma revista adulta, mas jovem: tudo o que eu procurava.

Nesse meio tempo, surgiram os blogs e muita coisa mudou. As publicações impressas acabaram perdendo bastante força, já que o leitor passou a querer a notícia imediata, curta e rápida. Esperar o próximo mês pra ler sobre a nova moda de sapatos? So last season! Agora é tudo simples e fácil, você entra na internet e com uma rápida pesquisa encontra qualquer informação que queira, a qualquer momento. As próprias revistas têm seus formatos digitais. No mundo de hoje, se não houver versão online, fica pra trás.

chez b as revistas que ainda leio 05

Porém, eu sou old school e ainda tenho amor por revistas impressas. Gosto de pegar na mão, folhear, ler sem depender de bateria e wifi. E, pra mim, a Marie Claire continua sendo a publicação com melhor e mais relevante conteúdo, daquelas que não preciso ler as manchetes pra saber que algo ali vai me interessar. Além de trazer capas lindas, geralmente com atrizes super bacanas, pessoas reais. E é por isso que até hoje a compro religiosamente todos os meses.

chez b as revistas que ainda leio 06

Outra edição que eu gosto muito, é a Glamour. Esta é para uma leitura mais despretensiosa, desencanada e sem muita densidade. As reportagens, em regra, são um pouco superficiais. A linguagem é a mais atual possível, cheia de gírias e bem informal, o que acho bacana. Agora, ironicamente, o que curto mesmo são as fotos e as matérias que remetem ao mundo virtual, que não são poucas. Sempre tem uma blogueira ou uma indicação de Instagram na revista. E é isso que adoro na Glamour. Vai entender!

E vocês, ainda leem revistas? Quais as preferidas?

 

 

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14 de abril de 2015

Hoje é meu aniversário de 30 anos. 30 primaveras, verões, outonos e invernos que já vivi neste mundo. Jamais imaginei que seria tão sereno passar para o time das balzaquianas. Lá pelos 20 e poucos, a ideia de ultrapassar três décadas de vida me atormentava. A visão que eu tinha de mim mesma em nada se parecia com a realidade de hoje. Pensava eu que, com 30 anos, TRINTA ANOS, seria uma mulher madura, com filhos, exercendo outra profissão, morando em outra cidade, com ruguinhas começando a dar o ar da graça ao redor dos meus olhos e jeito de adulta. Achei que entraria em paranoia existencial! Aí, cá estou eu duvidando que eu tenha atingido um nível alto de maturidade, sem filhos humanos (ainda), blogando, morando em Lages, com menos marcas de expressão do que o esperado e um jeitinho não tão adulto assim. Ah, sem crises existenciais!

chez b. de repente 30 01

É fato que o metabolismo da gente muda, o corpo começa a apresentar sinais de amadurecimento e emagrecer fazendo uma semana de dieta já não resolve. Por outro lado, o crescimento emocional compensa; as neuras já não são tantas, emagrecer por estética não é mais tão essencial, a opinião alheia não faz perder uma noite de sono (nem um segundo, na verdade), pouco se faz por obrigação ou convenção social, as coisas aparentemente mais simples da vida passam a ser muito mais valorizadas.

Chegar aos 30 não é tão ruim assim. Quase posso dizer que é bom. Fui dormir com 29 anos e acordei com 30, porém… nada mudou. Cadê aquela transição brusca da juventude para a idade adulta que eu imaginava que sentiria?

Talvez, lááá no fundo, tenha a sensação de que o tempo tá passando muito rápido e esse trem da vida simplesmente não pára e não volta. Aí sim, dá um medinho. De não ter feito tudo que deveria e queria, de não ter dito o que havia pra dizer, de ter deixado passar oportunidades, de ter feito escolhas que nem sempre foram as mais corretas. Mas, a verdade é que olhando pra trás, não me arrependo de nada. Cada momento foi vivenciado com o envolvimento necessário, do modo que eu achava correto naquele instante. Se não foi, se não devia ser… pouco importa. O ontem não volta e nem quero que volte.

Tô muito mais feliz com meus 30 anos bem vividos do que podia imaginar. Aprendi um milhão de coisas, encontrei a pessoa que quero ter ao meu lado por todo o sempre, faço o que gosto, tenho o que quero, amigos verdadeiros não me faltam e não são poucos – ok, dá pra contar em duas mãos e isso pra mim é realmente bastante -, tenho a melhor família do mundo e tive a sorte de entrar em outra que também muito amo! Então, sem paranoias, sem medo e sem grandes incertezas, só tenho a dizer: obrigada Deus, obrigada vida, por esses 30 maravilhosos anos!

E que venha mais uma vida inteira… ♥  #vemnimim30

 

 

 

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25 de fevereiro de 2015

Hello! Depois de uma enxurrada de posts oscarianos red carpetianos, o ano de fato começou e o ritmo de assuntos do blog retornou! E é justamente dele que falaremos hoje, nessa tag muito legal Meu Blog e Eu, que a querida Ana Valeska do Teorema Feminino me indicou. Adoro tags sobre o assunto blog, blogueira, blogosfera e afins, pois são perguntas que eu super faria pras amigas e tenho certeza que muitos leitores têm vontade de saber! Então, são 8 perguntas e 8 blogs a serem indicados! Vem comigo!

1. Por que você criou o blog?

Sempre fui muito ligada a esse mundo internético. Lá pelos idos dos anos 2000, eu já tinha blog, que era realmente um diário virtual, onde contava vários acontecimentos da minha vida e do meu dia a dia. O nome era Faz parte do meu show (#cazuzafeelings)! O tempo passou e aquele blog perdeu o propósito. Até que, em 2009, fiquei bastante doente e muito tempo de licença do trabalho, sem conseguir fazer muita coisa. Aí conheci vários blogs – principalmente de moda – e resolvi fazer o meu próprio, que chamava Elegancee. Foi um período muito legal, ajudou super na minha recuperação, mas em 2010 precisei abandoná-lo, por total falta de tempo. Então, no final de 2013 resolvi retornar, porém, de um jeito diferente. Abandonei um pouco os assuntos fashionísticos, que já não me atraem mais tanto, e resolvi fazer algo mais pessoal, sobre as coisas que gosto e impressões que tenho. E tô gostando disso. (One Lovely Blog Award)

2. Como você escolheu o nome do blog?

O nome atual surgiu quando decidi mudar de nicho. O nome Elegancee tinha muita relação com o universo fashion e eu queria algo mais pessoal. Aí pensei em Chez B., sendo B. a abreviação de Bruna (por óbvio, haha)!

3. Quando seu blog foi criado?

Então, o blog no formato antigo foi criado em abril de 2009. Já o Chez B. como é hoje nasceu em novembro de 2013.

4. Qual o assunto principal que o seu blog aborda?

O que me dá na telha! Brincadeira!! Gosto muito de literatura, filmes e séries. Então, com certeza, são os assuntos mais abordados.

5. Quem fez o layout?

Leilou Design, comandado pela Jess (do blog Caos Criativo). <3

6. Fale um pouco do layout, o que ele representa?

Pedi algo clean, feminino, suave… e adorei o resultado. Significa uma fase de amadurecimento meu e do blog em si.

7. Pensa em fazer do blog um trabalho?

Não exatamente. É um grande hobby! Mas, se acabar virando trabalho, acho que seria bem legal unir o útil ao agradável!

8. O que você diria para as blogueiras que começaram agora?

Vai parecer clichê (e é!), mas seja você mesma. Tenha no blog um meio de se mostrar pro mundo, de expor suas ideias, opiniões, falar do que você gosta, tudo dentro do seu próprio limite! Não venda opiniões, não faça nada que não goste achando que pode agradar outras pessoas sendo diferente, porque não agrada. Não acredite em números fáceis. Os leitores sentem o que é verdadeiro. Acho que quando você é simplesmente você, atrai um público sincero e fiel. Já pra quem quer encarar como trabalho e ganhar $$$, tem que ter paciência, persistência, foco, humildade e, principalmente, muito empenho! Ah, um pouco de sorte também!

CHEZ B. TAG MEU BLOG E EU

Aqui, minhas queridas 8 indicações (se alguém tiver feito e passou despercebido, me perdoa, tá?!):

Eu Suspiro
Como livros, bebo séries.
Pequena Jornalista
Dia de Brilho
Brilho de Aluguel
Estilo Gisele
Minha Vida em SP
Blog da Natz 
 

Já participou da pesquisa de público do Chez B.? Ainda não? Então, clica aqui! É rapidinho e super importante pra mim!





29 de janeiro de 2015

Nas últimas semanas, a Lu do Chata de Galocha publicou um vídeo intitulado Unpopular, em que Erika Napoletano fala sobre a popularidade (ou a falta dela) das nossas decisões e escolhas. Vi várias pessoas compartilhando o post blogosfera afora e, de fato, ele é muito interessante e verdadeiro. Refleti bastante sobre o assunto, o que me fez perceber como fui mudando minhas percepções ao longo dos anos.

Houve um tempo em que me preocupava – talvez em demasia – com o que outras pessoas fossem pensar de mim, seja como pessoa, seja uma atitude, uma decisão ou uma escolha. Eu realmente chegava a deixar de fazer algo por medo de comprometer minha imagem perante os outros, talvez até por medo de perceberem que eu não sou perfeita – como se todos já não soubessem e também não o fossem! Não estou falando de atitudes consideradas erradas ou fora do padrão, mas todo e qualquer ato precisava ser muito bem pensado para que não denegrisse o “eu” que gostaria de transmitir.

chez b. popularidade das nossas decisões 01

Pois bem. O tempo passa – e muito! -, vamos acumulando experiências, os nossos valores são fortificados, nossas posturas mudam  e com isso nossa percepção de mundo. Comigo foi assim: numa bela tarde ensolarada (na verdade, foi numa noite conturbada, mas quis enfeitar um pouquinho!) me deparei com a necessidade de tomar uma grande decisão que definiria totalmente a minha vida. Eu tinha duas opções inconciliáveis e, portanto, tive que optar por uma e só eu tinha o poder de escolha. Foi aí que olhei pra dentro e me dei conta de que simplesmente não importava o que as outras pessoas iam pensar. Era e é a minha vida. Eu que sofri, sofro e vou sofrer as consequências dessa e de todas as minhas escolhas, que colho os frutos das minhas decisões.

Percebi o quanto essa preocupação é egocêntrica e o quanto não é importante o que as pessoas pensam sobre nós e sobre nossas decisões. Egocêntrica sim, porque a sensação que se tem, é que todos estão nos reparando, nos percebendo, nos notando; mesmo que na maioria das vezes passemos despercebidos. A pessoa que se preocupa acha que o mundo inteiro está de olho na decisão que ela vai tomar. Só que não. Existem outras coisas muito mais importantes, obviamente.

Mais: na prática, que real importância tem o julgamento que fulano de tal faz de você? Ou sobre algo que você decidiu? Ou sobre algo que você quer? Nenhuma. Tomar decisões “populares” para agradar outras pessoas – que não você mesmo e a pessoa que sofrerá o reflexo direto dela – é mais do que desperdício de tempo, é desperdício de vida. A vida é uma só (pelo menos essa, né hahaha) e é aqui e agora que temos pra fazer o que gostamos, queremos e nos propomos. Ninguém vai fazer por você.

chez b. a popularidade das nossas decisões 2

Voltando ao vídeo, passar a vida inteira tentando ser algo que não somos, fazer o que não queremos é sabotagem com nós mesmos. Por mais perfeitos que tentemos ser, nunca seremos realmente unânimes. Temos que ser honestos, sinceros e autênticos e, assim, conquistarmos o nosso grupo por aquilo que essencialmente somos, pensamos e escolhemos para nossa própria vida e não aquilo que supostamente deveríamos ser, pensar e escolher. Aí sim, sendo você mesmo, o outro pode decidir se gosta ou não de você. Como diz Erika, “Love me, hate me, just don’t be in the middle”.

Nunca vamos agradar o mundo inteiro, nunca. E não tem porquê, não tem pra quê. Certamente o essencial é deixar feliz quem faz parte do seleto grupo daqueles que te merecem, aqueles que te amam e são por ti amados, as pessoas que são realmente importantes para estar na sua vida. E essas pessoas são aquelas que estarão felizes com a sua felicidade, seja ela popular ou não. Simples assim.