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30 de junho de 2015

chez b literatura uma historia de amor e toc 01

Quando recebi Uma História de Amor e TOC da Editora Galera Record fiquei animadíssima: a capa é linda, o tema bacana e o livro veio com vários cartõezinhos com pensamentos sobre assunto, um tubinho de álcool em gel (mostrei nesse vídeo), marcador de páginas e uma cartinha. Como recém tinha lido Amy & Matthew, com enredo semelhante, passei o livro para o final da fila de leitura, pois imaginava que seria bem parecido mesmo. Mas, não foi tanto.

Uma História de Amor e TOC nos apresenta Bea e Beck, um casal que frequenta o mesmo grupo de terapia, pois ambos são diagnosticados com transtorno obsessivo-compulsivo. Porém, o foco do livro, na verdade, passa longe de ser o romance do casal. A abordagem nitidamente gira totalmente em torno da doença de Bea, do seu perfil stalker e do quanto ela não aceita sua situação, escondendo a verdade e não desapegando dos hábitos aparentemente esquisitos, incentivados pelo problema.

Eu achei que gostaria muito mais da leitura. A escrita é boa sim, mas não flui. É rica em detalhes, porém abusa da formalidade, de modo a se tornar cansativa. Apesar de a narração ser em primeira pessoa – como prefiro -, Bea não tem carisma. A personagem não me sensibilizou, nem mesmo seu histórico com o TOC. Os demais personagens não são muito aprofundados, deixando-nos, aparentemente, sem conhecê-los muito bem.

Não é um livro ruim e, como eu disse lá em cima, aborda um tema que considero bem interessante e delicado. Porém, achei Amy & Matthew muito superior e, talvez por isso, Uma História de Amor e TOC não tenha correspondido minhas expectativas e, tampouco, entrado para a lista de favoritos. De qualquer forma, acho uma leitura bacana pra quem curte muito o tema.

 

chez b literatura uma história de amor e toc 01

 

 





22 de junho de 2015

Oi, gente! Lembram do livro super lindo Elena, a filha da princesa que li esses dias e resenhei aqui? Amei tanto que gostaria que algum de vocês também pudesse ler essa história encantadora! Então, em parceria com a Editora Galera Record, vou sortear um exemplar!

chez b literatura elena a filha da princesa

SORTEIO ENCERRADO

Informações

Promoção com início em 22.06.2015 e término em 29.06.2015. O sorteio será realizado por meio do site Random e o resultado saíra no dia seguinte, aqui no blog.
O vencedor será comunicado por e-mail e deverá respondê-lo em até 48h, com endereço válido. Caso não responda ou não preencha o requisito acima, será realizado novo sorteio.
O livro será enviado pela editora Galera Record em até um mês após a divulgação do resultado.





10 de junho de 2015

chez b. literatura elena a filha da princesa 01

Elena: a filha da princesa é um spin-off de Simplesmente Ana e De Repente, Ana, que contam a história de Ana Markov, a mãe de Elena e, portanto, a princesa da qual se fala no título.

Em resumo: Elena é uma linda jovem de 19 anos, neta do rei da Krósvia, um pequeno país situado no leste europeu. Altruísta, trabalha voluntariamente com crianças carentes na Nigéria, quando seu pai pede que volte ao país natal, pois sua mãe, a princesa Ana, enfrenta uma gravidez gemelar de alto risco. Ao retomar a vida no palácio, Elena deparará com uma grave crise no país – provocada por republicanos que lutam pela queda da monarquia – e reencontrará o primo Luka, por quem nutre sentimentos confusos e perturbadores. E aí inicia o desenrolar da história…

Embora tenha lido os dois primeiros livros, não considero estritamente necessária a leitura para que se entenda o enredo de Elena. No entanto, é muito bacana ver a evolução dos personagens dos livros anteriores, como estão suas vidas passados 20 anos. Aqui não achei tão estranho o fato de ver Ana e Alex mais velhos e pais, como aconteceu em A Herdeira. A passagem do tempo me pareceu mais natural, não sei. Nesse quesito, acho que a autora nacional Marina Carvalho obteve maior êxito.

Assim como os anteriores, Elena, a filha da princesa é um livro encantador. A escrita é rápida, leve, com linguajar super atual e referências bacanas a situações, artistas, costumes e gírias do nosso cotidiano. A narração flui muito fácil, de modo que nos prende e nos faz ficar sempre atentos ao próximo passo, sem conseguir desgrudar do livro.

Outra coisa super legal em Elena é a construção dos personagens centrais. Como alguns capítulos são narrados em primeira pessoa por Elena e outros por Luka, dá pra ter uma visão bem bacana da personalidade de ambos, entender cada momento sob a ótica de um e de outro. E também dá para odiar muito Luka. Ou não. Isso você só vai saber quando ler o livro!

chez b. literatura elena a filha da princesa 02

Ah, mais um comentário: que capa linda! É daqueles livros que a gente compra pela capa e não se arrepende! #soudessas Enfim, adorei e super indico!

 

chez b. literatura elena a filha da princesa 03

 

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12 de maio de 2015

chez b literatura cinderela pop 01

Quando vi Cinderela Pop no catálogo de lançamentos da Galera Record, fiquei bem animada pra ler. Já fazia um tempo que eu estava querendo ler algo da Paula Pimenta, mesmo sabendo que se trata de uma literatura bem adolescente. E fui feliz ler Cinderela Pop!

Resuminho rápido: o livro gira em torno de Cíntia, uma garota de 17 anos que, após a separação dos pais, vai morar com a tia, pois sua mãe vai trabalhar no Japão. O pai, por sua vez, casa-se novamente com uma “madrasta-má”, que tem duas filhas gêmeas… Cíntia é DJ e, na festa de 15 anos das “irmãs”, ao tocar mascarada, conhece Frederico – que é um verdadeiro príncipe – mas, à meia-noite, precisa deixar a cabine de DJ e não consegue se despedir… E não vou contar mais nada, pois vocês sabem que detesto spoilersLogicamente que qualquer semelhança com a Cinderela que conhecemos não é mera coincidência! 

Cinderela Pop é um conto de fadas moderninho, super atualizado aos dias de hoje! Em determinado ponto, lembrou bastante Garota Online, pois existe um “segredo” bem semelhante nas duas histórias. O livro é curtinho, de leitura fácil e super rápida, eu li num dia! Gostei bastante da simplicidade do texto da Paula Pimenta, bem adequado ao que se propõe. A única coisa que não curti muito foi a falta de detalhes nas descrições dos contextos em que Cíntia estava inserida. Achei um pouco ‘pobre’ nesse sentido, pois pouco se sabia dos ambientes e da aparência dos personagens, por exemplo. Exceto por isso, o livro é todo fofinho!

Enfim, pra quem gosta de um livro bem teen, pode apostar nesse conto de fadas à brasileira!

 

 

chez b literatura cinderela pop nota

 

 

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17 de abril de 2015

chez b. síndrome psíquica grave 01

Quando vi Síndrome Psíquica Grave no catálogo da Editora Galera Record, da qual sou parceira, fiquei super animada pra ler! Então, ele logo chegou – como mostrei neste vídeo – e… bem, não era muito aquilo que eu imaginava.

A sinopse diz tratar da história de uma estudante do primeiro ano de psicologia que analisa demais as situações de sua vida; principalmente no que diz respeito ao sexo oposto. Pois bem, a partir disso, tirei conclusões precipitadas de que o livro traria uma garota um tanto neurótica e com análises reais, profundas e com algum fundamento sobre os mais diversos assuntos e problemas – como sugere o título, diga-se de passagem. Não foi bem assim.

O enredo é narrado em primeira pessoa por Leigh, uma menina que recém entrou na Universidade de Stiles, junto com seu namorado chato, Andrew. A relação deles é tosca, infantil e fria. Temos ainda Ami (a colega de quarto dela) e Nathan (o colega de quarto dele), como personagens centrais. Leigh é, de fato, um pouco neurótica, mas é para o lado infantil da coisa. Ela é uma garota  imatura, medrosa e insegura. Não é exatamente chata, porém, sabe aquela personagem que dá vontade de sacudir, só pensa besteiras e é “bobinha”? Então, esta é Leigh Nolan. A relação dela com o namorado é um fracasso e só ela não percebe e nem mesmo quer perceber. As inseguranças dela são toscas e superficiais. Ainda bem que temos um personagem que segura bem o livro: Nathan. É o colega de quarto gato de Andrew, com quem Leigh passa a ter sonhos… sedutores, por assim dizer. Os trechos em que ele “aparece” são os melhores. É um garoto interessante e diferente, não dá muito pra sacar exatamente qual é dele e isso é o mais bacana.

Apesar dos pesares, eu gostei bastante do livro. Não é o livro da vida, realmente não. É uma leitura gostosa, rápida, simples e que flui despretensiosamente. Não tem grandes sacadas, reviravoltas incríveis ou uma síndrome psíquica realmente grave. Ainda assim, proporciona momentos agradáveis e uma certa vontadezinha de entrar na cabeça da Leigh e dar uns palpites e umas chacoalhadas nela!

Ah, uma probleminha de revisão do livro: alguns errinhos de digitação, letras a mais ou a menos. Nada que uma nova revisão não resolva!

Alguém mais já leu? O que acharam?

 

chez b. síndrome psíquica grave 02

 

 

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