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10 de novembro de 2015

O tema deste mês dos projetos do Discípulas de Carrie não poderia ser mais legal: séries! É um assunto que rende muito pano pra manga e a maioria das pessoas que conheço – principalmente as meninas do nosso querido grupo – amam! Eu adoro também, tanto é que criei a tag semanal As Séries da Minha Vida aqui no blog, contando um pouquinho sobre todos os seriados que assisti até o momento (já aviso que logo, logo, tem novidade!). Então, pensem o quanto foi difícil selecionar as CINCO favoritas da vida inteira para fazer a CosmoTag! Mas, vamos lá…

Sex and The City

Não conheço ninguém que tenha assistido Sex and The City e não ame muito! As personagens são extremamente carismáticas e muito bem construídas – é impossível não se identificar com alguma delas (ou com todas!). Até hoje, é a única série que consigo rever, episódio por episódio. Pra ser bem sincera, acho difícil criarem outra à altura!

Gossip Girl

Falar de Gossip Girl é redundante demais. Fez um sucesso absurdo, cortou corações, exibiu looks lindíssimos e causou frenesi na população feminina mundo afora. Foi a primeira série que assisti inteirinha. Eu não era muito ligada em seriados, aí entrei para o mundo dos blogs e, naquela época, não se falava em outra coisa sem ser Blair, Serena, Dan, Nate e Chuck! Lembro como se fosse ontem o dia que fui na Saraiva comprar o box da primeira temporada completa. Obviamente viciei de cara e vai ser sempre uma das minhas séries favoritas da vida!

The O.C.

The O.C. é muito amor! O inesquecível e sarcástico Seth Cohen arrancou muitas risadas de uma geração viciada nas aventuras, conflitos e segredos da californiana Newport Beach. Pra quem ainda não assistiu, sempre digo que é uma espécie de Gossip Girl da Califórnia. O núcleo jovem, os segredos, casos & acasos e o fato de serem criadas pelo mesmo produtor, faz com que as séries sejam de fato bem semelhantes. Dificilmente quem gosta de uma, não irá gostar da outra. Com certeza, uma série que marcou muitos corações!

Game of Thrones

Certo que Game of Thrones é uma das melhores séries de todos os tempos! Os efeitos especiais são incríveis, os cenários deslumbrantes, o figurino impecável, os diálogos extremamente inteligentes. Inicialmente, fui bem resistente a assistir. Achava que era muito fantasioso e cheio de efeitos especiais, o que acabou sendo confirmado apenas em parte. Tem um pouco de fantasia sim, porém, passa longe de ser o principal e é tudo muito bem contextualizado.

Downton Abbey

Das séries que assisto/assisti, a britânica Downton Abbey é uma das mais peculiares. Comecei a assistir meio ressabiada, achando que não curtiria muito, mas ledo engano! D.A. me ganhou logo nos primeiros episódios e, desde então, entrou para o time das preferidíssimas. Downton Abbey tem uma produção impecável, figurino maravilhoso e personagens incríveis. Cada um deles é muito bem construído, com personalidades marcantes e rumos bem adequados e definidos. O elenco foi perfeitamente escolhido e sempre que alguém sai do script, nos deixa com profundas saudades.

 

 

discipulas de carrie





11 de setembro de 2015

Este mês o tema dos projetos do Discípulas de Carrie (ainda não conhece esse grupo lindo? Então, clica aqui!) é DIVAS! E a CosmoTAG consiste em indicar 5 divas lindas e maravilhosas que inspiram nossas vidas. Fiquei super indecisa dentre tantas opções que eu tinha para escolher, então resolvi dar uma restringida e optar por 5 divas da ficção que inspiram minha vida!

 

Blair Waldorf

chez b cosmotag setembro divas blair waldorf

Se é para falarmos de divas da ficção, obviamente a primeira da lista do Chez B. seria ninguém menos que a rainha do Upper East Side: Blair Waldorf.  Má com coração mole, irônica, diabólica e com os melhores looks da história dos seriados, ela facilmente roubou a cena e os corações de quem assistia Gossip Girl, formando o melhor par romântico da história com o incrível Chuck Bass.

 

Carrie Bradshaw

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Carrie é diva e todo mundo sabe, afinal não é à toa que dá nome ao nosso grupo lindo! Com seu figurino fabuloso e inusitado, suas questões existenciais facilmente identificáveis e vivenciáveis, Carrie é ícone de uma geração de mulheres modernas e livres.

 

Paola Bracho

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O que seria do mundo das vilãs sem a magnífica Paola Bracho? No mínimo, muito, mas muito, sem graça! A gêmea má de A Usurpadora conquistou o mundo – e todo o elenco masculino da melhor novela mexicana de todos os tempos que, por sinal, assisti 5 vezes (com muito orgulho haha). Seu batom vermelho e gargalhada sonoramente inconfundível estarão para sempre em nossos corações.

 

Andy Sachs

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Andy Sachs é a incrível personagem de Anne Hathaway em O Diabo Veste Prada. No início do filme, ela é quase um patinho feio, mal vestida e com cabelo judiado. Porém, quando Andy vai trabalhar como assistente da editora-chefe da Runaway, revista de moda desejo de todas as jovens, precisa mudar completamente o visual e a postura, para se sentir um pouco mais adaptada ao ambiente hostil e glamouroso da revista. E aí inicia um desfile de looks estonteantes, cabelos impecavelmente arrumados, maquiagens perfeitas… e Andy vira quase uma Cinderela da “vida real”.

 

Lady Mary

chez b cosmotag setembro divas lady mary

Lady Mary Crawley é a primogênita do Conde de Grantham, de Downton Abbey. É uma mulher forte, determinada, destemina e a frente de seu tempo. Apesar de o contexto histórico da série iniciar em 1912, Mary já tem atitudes feministas, visão de mundo e vontades que não economiza esforços para que sejam alcançadas. O figurino de época é um show a parte, com muito brilho, plumas, vestidos longos e cabelos extremamente bem penteados.

 

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18 de junho de 2015

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Das séries que assisto/assisti, a britânica Downton Abbey é uma das mais peculiares e, também, uma das minha favoritas. Comecei a assistir meio ressabiada, achando que não curtiria muito, mas ledo engano! D.A. me ganhou logo nos primeiros episódios e, desde então, entrou para o time das preferidíssimas. Pena que é naquele estilo Game of Thrones: uma temporada por ano, com apenas 8 maravilhosos episódios! Ah, mais um extra no Natal!

Downton nos mostra o dia-a-dia da aristocrática família Crawley e seus empregados, no início do século XX. A série começa com a notícia do naufrágio do Titanic, implicando a morte do sobrinho e herdeiro de Robert Crawley (Conde de Gratham). Isso porque o Conde possui somente três filhas mulheres (Mary, Sybil e Edith) e a herança é, por lei, destinada à alguém do sexo masculino. Então, o próximo na linha sucessória é um primo distante e desconhecido, o comum Matthew Crawley. Aí, ele e sua mãe mudam-se para a Downton, e a família passa a conjecturar sua possível união com a filha mais velha do Conde, Lady Mary.

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Por outro lado, há uma vasta criadagem que também vive na propriedade, organizada por um sistema hierárquico rígido, dentre criados, lacaios e mordomos. Ambos os núcleos interagem bem e dividem o foco do seriado ao longo das temporadas.

Downton Abbey tem uma produção impecável, figurino maravilhoso e personagens incríveis. Cada um deles é muito bem construído, com personalidades marcantes e rumos bem adequados e definidos. O elenco foi perfeitamente escolhido e sempre que alguém sai do script, nos deixa com profundas saudades.

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A melhor personagem, pra mim, é a Condessa-Viúva, interpretada pela magnífica Maggie Smith. Ela é fantástica, dona de um sarcasmo e ironias únicos, com uma veia sutilmente cômica impressionante.

Até agora, foram cinco as temporadas de Downton Abbey, sendo que a sexta e última terá início no outono europeu, como de praxe. Confesso que não morri de amores pelas duas últimas – como contei aqui e aqui – mas, ainda assim, meu amor continua firme e forme e sigo na esperança de um rumo à altura dos habitantes de Downton, principalmente no que diz respeito à Lady Mary!

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Agora me contem: quem mais assiste e ama Downton Abbey?  Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Netflix e, no Brasil, a série é transmitida pela GNT.

 

 

chez b as series da minha vida downton abbey nota

 

 

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9 de março de 2015

A estreia mundial de Cinderela já rolou, mas aqui no Brasil só entra em cartaz no início de abril! Eu já tava doida pra assistir, não só porque adorei Malévola (com produção semelhante), mas porque foi uma das Princesas da Disney que mais marcou minha infância – apesar de minha favorita mesmo ser A Bela Adormecida. Aí que assistindo ao trailer, vi muitos rostos conhecidos, a grande maioria de atores britânicos que adoro! E duas personagens fofas de Downton Abbey e um marcante de Game of Thrones formam o elenco principal, então a ansiedade foi lá em cima!

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Lily James, a Rose de Downton Abbey, dará vida à Cinderela…

chez b. cinderela 01

Eu sabia também que a atriz que interpreta Anastasia – uma das irmãs más da Cinderela – é Holliday Grainger, a excelente Lucrezia de Os Bórgias! Só não tinha ideia que a intérprete da outra irmã, Drisella, é Sophie McShera, a fofa Daisy também de Downton Abbey! E a Madrasta tinha que ser à altura: a fabulosa Cate Blanchett!

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Agora, o que mais me deixou com o coração batendo forte é quem será o Príncipe: ninguém menos que Richard Madden, aka Robb Stark, de Game of Thrones! Tá bom ou querem mais? Só digo uma coisa: estreia logo, por favorrrr! ♥





3 de dezembro de 2014

chez b. downton abbey 10

{contém spoilers!}

Quando assisti a 4ª temporada, no ano passado, fiquei um tanto decepcionada e torci veementemente que uma luz criativa surgisse na mente dos roteiristas e Downton Abbey voltasse para os excelentes caminhos que antes trilhava. Porém, logo no início da 5ª temporada já senti o clima morno. Acho que a saída de Matthew desestabilizou a série e, desde então, a coisa não voltou a ser como era antes.

chez b. downton abbey 8

Lady Mary continua indecisa quanto aos seus sentimentos. Uma hora quer um pretendente, noutra outro e nada vai pra frente! Falta um romance arrebatador, uma nova história de amor pra essa personagem tão adorada. Nas últimas duas temporadas, depois do fatídico acontecimento que a deixou viúva, Mary não é mais a mesma mulher forte e encantadora de outrora. Ela está sem graça, carente de viver uma boa história, algo mais profundo. Só cortar o cabelo não funcionou como uma boa mudança, sem falar que achei bem esquisito!

Assim como na 4ª temporada, criaram novas histórias centralizando núcleos mais secundários, como o de Rose, Tom, Isobel, Daisy e até Edith. A interminável investigação que envolve Bates e Anna nunca termina e já não aguento mais. A professora “amiga” do Tom também ganhou um certo destaque, mas não consigo gostar dela, principalmente quando irrita o Conde na hora do jantar e acaba me irritando junto, hahaha! Falando nisso, tudo leva a crer que Tom não dará mais o ar de sua graça na série… Uma pena, eu era bem fã dele!

Quem não perde a majestade e continua reinando soberaníssima é Violet, a Condessa-Viúva! Repito o que disse no post do ano passado: ela continua demais, com diálogos bem construídos, sarcásticos, irônicos e muito humor, dessa vez até com uma “sutil” ciumeira da Isobel!

Enfim, a 5a temporada passou longe de corresponder às minhas expectativas. O enredo permaneceu xoxo e mais recatado que seus próprios personagens. Está faltando uma pitada de ousadia que dê uma boa chacoalhada na série. Mesmo assim, não consigo deixar de amar Downton Abbey e espero ansiosa pelo episódio especial de Natal, assim como pela já confirmada 6ª temporada em 2015!

Quem mais assistiu essa temporada? O que acharam?