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30 de agosto de 2015

O mês tá bem no finalzinho, mas ainda é tempo de fazer o Big Apple, projeto do Discípulas de Carrie desse mês, com o lindo tema Disney! Yey!

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Vou confessar: conhecer a Disney nunca foi, de fato, um sonho. Porém, lá em 2000, com a proximidade dos meus 15 anos, a tradição dizia: Disney ou festa de aniversário para comemorar esta data tão marcante na vida das meninas? Festa de 15 anos nunca fez parte dos meus planos e, como viajante incansável que sou, a Disney com um grupo de amigas foi minha opção sem pestanejar. 15 anos de idade, 15 dias no mundo mágico da Disney World, oba!

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E como não amar? Não, não tem como não amar. E, por isso (e também pelos excelentes Outlets de Orlando), em 2012, marido e eu decidimos dar uma esticadinha lá depois de uma viagem que incluía Cancun e Las Vegas. Foi ainda mais amor!

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Meu parque preferido é, sem dúvidas, o mais emblemático e mágico de todos: Magic Kingdom! Estar lá é como adentrar um mundo perfeito de sonhos, onde tudo é lindo e a magia paira no ar.

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É impossível não ter o coração inundado por aquele sentimento de que qualquer desejo vai se realizar e tudo vai dar certo. É uma felicidade contagiosa! Um mundo mágico, realmente. Hoje, é um sonho estar na Disney!

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16 de julho de 2015

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Voltando à vibe dos anos 90, tema do Discípulas de Carrie deste mês, o projeto Blahnik Movie consiste em resenhar algum (ou alguns) dos três filmes sugeridos no mês. O nome, claro, é em referência à marca de sapatos preferida de Carrie, Manolo Blahnik! Então, dentre os filmes propostos – Uma Linda Mulher, As Patricinhas de Beverly Hills e 10 Coisas que Eu Odeio em Você – optei pelo primeiro, lançado em 1990.

Uma Linda Mulher é um clássico, um conto de fadas moderno e inovador na época, com Richard Gere no papel de príncipe e Julia Roberts vivendo a gata borralheira que vira princesa. Dúvido que alguém ainda não tenha assistido, mas caso exista, aconselho que o faça logo, pois vale muito a pena e está disponível no Netflix!

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Vivian (Julia Roberts) é uma prostituta suburbana e conhece o milionário Edward (Richard Gere), quando ele lhe aborda pedindo informações. Papo vai, papo vem, Vivian entra no carro e vai até o hotel onde Edward está hospedado e acaba por ali ficando. Logo, ele pede que ela passe a noite e, depois, a semana. E assim começa a história desse improvável casal.

Uma Linda Mulher é um romance quase inocente, leve e agradável de ver. Impossível não simpatizar com a carismática e espontânea Vivian e torcer para que as coisas deem certo para ela. Inclusive, uma das cenas icônicas do filme é quando, após um banho de loja financiado pelo empresário, Vivian retorna à boutique da qual tinha sido praticamente expulsa no dia anterior, por não estar “adequadamente” vestida, e mostra um monte de sacolas, deixando a estúpida vendedora boquiaberta!

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A trilha sonora é incrível e conta com a memorável Oh, Pretty Woman de Roy Orbison. O figurino é um show à parte. Praticamente nada seria usável hoje em dia, a moda evolui, os conceitos mudam, porém, levando em conta o estilo da época, os vestidos, chapéus, penteados mirabolantes e luvas brancas que Vivian passou a usar são encantadores.





6 de julho de 2015

Primeiro mês de CosmoTAG no blog, então explico: em menção ao drink preferido das meninas de Sex and The City, o Cosmopolitan, nominamos assim nossa tag mensal do grupo de blogueiras amigas Discípulas de Carrie! Em julho, o tema é Anos 90 e a proposta é indicar as 5 melhores coisas dessa saudosa época. Este post não só foi difícil de fazer – filtrar apenas 5 coisas legais vivenciadas dos meus 5 até os 15 anos (não façam cálculos!) não é tarefa das mais simples – mas, extremamente nostálgico! Quem viveu naquele tempo, certamente vai se identificar e relembrar de muitas dessas coisas! Espero que gostem! ♥

Guloseimas

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Quem era criança nos anos 90, certamente perdeu as contas de quantos picolés Frutilly‘s dos mais variados sabores pentelhou o pai, a mãe, o tio, a tia ou quem estivesse junto, pra comprar na praia ou na padaria. E, lógico, tinha que começar comendo toda a parte colorida de fruta pra, depois, se deliciar com o miolo branquinho e docinho! Sem falar nos palitos furadinhos e coloridos que eram o máximos! Ah, a criança daquela época também vai lembrar dos deliciosos biscoitos em formato de ursinhos gorduchos, o Fofy, sabor baunilha ou chocolate. Na minha casa só entrava o de chocolate e eu começa comendo pela cabeça, depois bracinhos e pernas, hahaha. Os chocolates da Turma da Mônica era maravilhosos, ainda mais quando o personagem de chocolate branco era a Mônica ou a Magali. Claro, tinha que ser seguida a mesma ordem: primeiro se comia as bordas de chocolate preto para depois devorar o personagem. E quem não ficava curioso pra saber qual bicho viria na foto do Chocolate Surpresa, outra delícia da Nestlè? E os Mini Chicletes, minúsculos e coloridos, quem conseguia não comer tudo de uma vez?

Desenhos

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Se tem uma coisa que realmente não se faz mais como antigamente é desenho! Quem não lembra dos primitivos e simples desenhos que alegravam as manhãs do SBT? Princesa Sara e o Cavalo de Fogo, Ursinhos Carinhosos, Tom & Jerry, Pica-Pau. Ah, a Globo até tentava, mas o Pica-Pau original, azul clarinho e fofo do SBT era realmente insuperável! Um pouco depois, chegou o Fantástico Mundo de Bobby – com lições sempre valiosas – com uma vinheta chiclete e um menino cheio de imaginações. Com ele aprendi que a mentira tem perna curta e nunca mais esqueci! Mais tarde, na TV Cultura, meus começos de noite eram animados pelo querido Doug Funny e sua turminha de nomes engraçados: Paty Maionese, o cachorrinho Costelinha e o melhor amigo Skeeter!

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Ainda tinham os “desenhos humanos”: o inesquecível e sempre atual Chaves, o super educativo Castelo Rá-Tim-Bum e a família mais amada dos domingos: a Família Dinossauros! Quem não imitou o adorável e pentelho Baby, dizendo “não é a mamãe, não é a mamãe” ou o patriarca Dino, com seu entonado: “Queriida, cheguei!“? E como esquecer desses desenhos inocentes e sem maldade que muito nos fizeram feliz?

mIRC

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Facebook, Orkut, MSN e ICQ que me perdoem: nunca existiu algo mais legal pra bater papo do que o mIRC! A internet ainda era discada e era só alegria quando enfim conectava! A primeira coisa que se fazia era abrir o mIRC, de preferência com o script bacana que seu amigo nerd tinha criado ou, então, ia de Scoop Script mesmo! Sempre utilizando seu nick devidamente registrado – o meu era A`s_BaBy_ – com letras maiúsculas e minúsculas misturadas e, claro, com siglas na frente para indicar que você fazia parte de uma patotinha. Aí tinham os mais variados canais, de cidade, colégios, grupos de amigos, etc. Lembro que era regra eu entrar no #cc (do colégio que eu estudava), #ccj (outro colégio conhecido da cidade), #flops (grupo de amigos) e #a`s (a minha patotinha)! Arrisco dizer que era mais viciante do que as redes sociais de hoje, já que ficávamos conectados o maior tempo possível, muitas vezes virando noites (e brigando com a mãe que mandava desligar o pc e ir dormir)! Era lá que você conseguia falar com aquele menino do colégio que tinha vergonha ou ficar horas a fio fofocando com a melhor amiga. Ah, obviamente você tinha que ter vários aliases personalizados, engraçados e coloridos, deixar quits (mensagens de saída) com letras de músicas dramáticas e cheio de indiretas para aquele alguém. Que honra quando você ganhava + voice naquele canal mega concorrido ou era + op de um canal poderoso! E, claro, nas tardes de sábado ou domingo, impossível não ir ao IRContro, na praça de alimentação do shopping mais próximo!

Novelas

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A primeira novela que assisti na vida foi Carrossel. Lembro como se fosse ontem: estava na casa dos meus primos e eles assistiam ao capítulo em que a linda Prof. Helena e sua redonda franja sofrem um acidente de ônibus. Depois, foi só amor, não perdi mais nenhum capítulo. Maria Joaquina, Cirilo, Jaime Palilo, Valéria, Davi… estarão sempre nas memórias da minha infância! Ah, e até hoje não me conformo com a troca repentina do ator que fazia o Seu Firmino, lembram disso? Na Globo, três novelas marcaram muito: Fera Ferida e o casal Linda Inês (Giulia Gam) e Raimundo Flamel (Edson Celulari); Mulheres de Areia com as gêmeas Ruth e Raquel (Glória Pires) e o fofo Tonho da Lua (Marcos Frota); e a divertida Quatro por Quatro, com a hilária Babalu (Letícia Spiller), sua piranhas de girassol e seu namorado gatão Raí (Marcelo Novaes).

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Porém, minhas favoritas mesmo eram as novelas do SBT. De preferência, mexicanas, claro! Assisti quase todas e, algumas, várias vezes. Era fã incondicional da Thalia e suas Maria’s (Maria Mercedes, Marimar, Maria do Bairro), mas virei a casaca quando foi transmitida, pela primeira vez, a melhor novela da vida: A Usurpadora! Tenho certeza de que as gêmeas Paola Bracho e Paulina Martins, jamais serão superadas! As produções próprias do SBT também faziam minha cabeça: muito dancei as músicas das Chiquititas – inclusive quis ser uma, fiz parte de fã-clube e escrevi cartas de rolo! – e me emocionei com o amor de Pérola (Patrícia de Sabrit) e Tomás (quando o mundo conheceu Dalton Vigh) em Pérola Negra!

Spice Girls

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Não conheço uma menina dos anos 90 que não tenha cantado Wannabe enlouquecidamente ou eleito sua spice girl preferida! O lema era Girl Power e essas inglesas arrojadas levavam os corações fashionistas e sedentos de auto-afirmação ao limite máximo! Mel B., Mel C., Geri, Emma e Victoria formavam a banda feminina mais legal de todos os tempos, com melodias tranquilas ou animadas, looks recheados de irreverência e muita autenticidade! Eu tinha os CDs, camisetas, livros e revistas em que elas apareciam! Ah, minha preferida era a Emma, a Baby Spice. E a de vocês?

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