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17 de outubro de 2016

Há um bom tempo, quando ainda nem fazia parte do catálogo do Netflix, li em algum lugar sobre Jane The Virgin e resolvi assistir ao piloto. Achei tosco já nos primeiros dez minutos, abandonei a ideia e caiu no esquecimento. Eis que, um tempo depois, a Thereza do Fashionismo publicou esse post, falando do quão bacana era a série e, inclusive, que chegava a altura de Gossip Girl (ou seja, o maior dos elogios que a tal da Jane poderia receber!). Voltei a me interessar, mostrei para uma amiga o post, mas fui adiando e esqueci de novo. Então, essa minha amiga – que, diga-se de passagem, tem um gosto seriadístico deveras parecido com o meu – reforçou a ideia de dar uma segunda chance para a tal série quase-latina, dizendo que era muito mara, e aí me rendi. Desprendida dos preconceitos iniciais, fui de coração abertíssimo, sexta-feira final de tarde, rever o piloto e só larguei no domingo a noite. Pois é, Jane (…ou Rafael?!) me pegou de jeito!

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Quem me conhece sabe – e quem não conhece bem, vem cá dar uma olhadinha! – que eu tenho uma queda por dramalhões com conotação mexicana! E assim é Jane The Virgin (inspirada na venezuelana Juana, la virgen). Moderna, com uma pegada muito latina, personagens encantadores (and gatos), Jane é aquela série que conseguiu me fazer esquecer da vida, do celular, do whatsapp e (quase) do mundo, como há muito não acontecia. Com enredo dinâmico e envolvente, a trama é desenvolvida em Miami e obviamente gira em torno da garota de 23 anos que dá nome à série. Jane mora com a mãe e a avó – duas figuras fortes e paradoxais -, namora Michael, trabalha no hotel de Rafael (suspiros!) e se descobre filha de um grande astro de telenovelas, o sensacional e caricato, Rogelio de La Vega (qualquer semelhança com o sobrenome de casada da Maria do Bairro não deve ser mera coincidência!). A moça pretende casar virgem, por uma ideia incutida desde criança em sua cabeça pela abuela, mas… fica grávida! An?! Sim, já no primeiro episódio ela é inseminada artificialmente por engano pela Dra. Alver, irmã de Rafael (é, o do hotel, com quem Jane teve um ligeiríssimo affair 5 anos antes). Ah, importante: o semên é de Rafael e, portanto, ele é o pai. A parte má do rolo todo fica por conta de Petra, a esposa loira, magra, alta e linda de Rafael. Ela é uma vilã com muita classe e com expressões faciais excelentes, a gente fica naquela oscilação de amar/odiar o tempo inteiro!

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Enfim! Ainda tô na primeira temporada, mas já amo Jane Gloriana Villanueva & cia muito, muito mesmo! E por aí, alguém assiste essa série mara?





26 de maio de 2016

Tempos atrás, conversando sobre séries do Netflix com um casal de amigos, eles me indicaram White Collar. Apesar de sempre vasculhar o catálogo disponível, nunca tinha reparado nesse seriado antes. Como a indicação veio de gente com muita credibilidade (haha) e o assunto (artes) super me agrada, resolvi dar um voto de confiança. E não me arrependi.

White Collar nos apresenta o inteligente e encantador Neal Caffrey, um criminoso especializado em falsificação de obras de arte. Após anos preso, ele faz um acordo com o Agente Especial do FBI Peter Burke, a fim de colaborar na investigações dos crimes de colarinho branco, em troca de sua liberdade. A partir daí, a dupla passa a ser o Batman e o Robin de Nova York, desvendando diversos mistérios, bolando estratégias impensáveis e prendendo vigaristas.

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A dupla é realmente muito boa e carismática, rendendo bons diálogos e risadas. O melhor amigo de Neal, Mozzie (o Stanford de Sex and The City), é ilário e super cativante, daquelas figuras que gostaríamos de ser amigos. Os episódios são bem dinâmicos e as questões bem resolvidas, sem fios soltos.

Não sou muito fã de séries que podem ser assistidas aleatoriamente, com casos que começam e terminam no mesmo episódio. White Collar é assim. A história de fundo está longe de segurar a trama, não é envolvente o bastante. Cada episódio é suficiente por si e facilmente você consegue entender o contexto pegando pela metade. Porém, apesar de não ser o meu formato favorito, Neal & cia me deixam de bom humor. É o típico seriado leve, relaxante, prende a atenção sem muito esforço. Bem feitinho e bem bolado, acho uma excelente opção para aqueles dias de tédio ou de cansaço mental. Ah, para facilitar a vida, as 5 primeiras temporadas estão disponíveis no Netflix!

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White Collar
Ano: 2009/2014
Temporadas: 6
Episódios: 81
Nota: 4 estrelas





17 de dezembro de 2015

—– Sem Spoilers —–

Séries é facilmente um dos assuntos preferidos da maioria dos leitores/as do blog e também um dos que eu mais gosto de falar. Por isso, no início do ano criei a tag As Séries da Minha Vida, postada às quintas-feiras (para ver todos os posts, clique aqui), contando sobre cada um dos seriados que assisti. Foram 18 posts até hoje e agora a lista vai aumentar, já que assisti mais algumas coisinhas este ano! Começando pelo icônico Lost!

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Eu nunca me interessei por Lost. Mesmo com o sucesso estrondoso que fez na época em que foi transmitida, não tive a menor vontade de assistir e sabia apenas que se tratava de pessoas perdidas numa ilha misteriosa e teve participação de Rodrigo Santoro. Aí, meu marido, que já havia assistido a série inteira, resolveu rever e insistiu para que eu visse também! Meio contrariada, topei.

O enredo é conhecido da maioria: um avião cai numa ilha deserta e os sobreviventes, liderados pelo médico Jack, começam a explorar o local em busca de abrigo e alimento. Porém, o lugar é cheio de incógnitas e acontecem coisas pra lá de estranhas, além de descobrirem que não são as únicas pessoas a habitá-lo.

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No início, senti medo. Não curto muito programações que me assustam de alguma forma, mas o fato é que Lost – ao menos nas duas primeiras temporadas – prende de forma tal que, mesmo com tensão e levando vários sustos, você não consegue parar e assistir. E aí me mantive fiel até o final. Só que eu não sabia e ninguém te conta – pelo menos meu marido não contou, haha – é que lá pelas tantas a série começa a viajar tanto, é um vai-e-vem, uma loucura tão sem limites que dá uma boa cansada. Várias vezes me perguntei porque ainda estava assistindo aquela maluquice interminável. E, pra mim, esse é o ponto: o roteiro de Lost não tem limites e parece que precisaram arrastar até a 6ª temporada para justificar o sucesso. Um grande erro. Se a série fosse reduzida em três, quatro temporadas no máximo, aí sim, poderia dar 5 estrelas. Porque é envolvente, é estimulante, é genial, só que o surrealismo exacerbado cansa demais.

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Sobre o final: apesar de muita gente ter odiado ou não entendido, eu gostei muito. Já tinha suspeitado mais ou menos a linha que seguiria, mas a conclusão foi muito além do que eu imaginei. Fiz algumas pesquisas e li várias críticas até formar bem a minha opinião sobre o desfecho e hoje, após absorver bem e repensar boa parte da série, acho que foi realmente brilhante.

Enfim, vale a pena assistir? Minha opinião é que vale, sim, com a mente aberta e um pouquinho de paciência!

Quem mais assistiu Lost? E o que acharam do final?

 

 

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25 de junho de 2015

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Quem me conhece um pouquinho melhor, certamente vai se perguntar porque deixei pra falar de Sex and The City – que é uma das minhas séries favoritíssimas – só agora, vários meses depois dessa tag no ar. Pois bem, explico: tenho sérias dificuldades em resumir o porquê de eu gostar tanto de certo seriados (justificando, também, o fato de a maioria das minhas preferidas terem ficado no final), então acabo adiando escrever esse texto!

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Ainda que SATC tenha sido a segunda série que assisti na vida, comecei tarde. Foi lá em 2009, depois de começar a ver Gossip Girl, é que comecei a me interessar por Carrie & Cia. Antes de ver o primeiro episódio, já comprei o box completo, tinha ceteza de que eu ia adorar! Não, não adorei. AMEI! Tipo, muito!

Resumo do resumo: SATC se passa em Nova York, tendo como foco a vida e as relações de amizade, romances e cotidiano de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte, quatro inseparáveis amigas na casa dos 30 anos. De forma leve, divertida e envolvente, a série aborda diversos temas super relevantes que ainda permanecem atuais, mesmo mais de 10 anos depois.

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Não conheço ninguém que tenha assistido Sex and The City e não ame muito! As personagens são extremamente carismáticas e muito bem construídas – é impossível não se identificar com alguma delas (ou com todas!). Lideradas por Carrie, sempre montada em looks maravilhosos e super estilosos, cortes e estilo de cabelos inovadores, com seu cosmopolitan em mãos e Manolo Blahnik nos pés, elas quebraram tabus, romperam preconceitos, mostraram o poder da mulher moderna e, certamente, tornaram-se ícones de um geração.

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Até hoje, é a única série que consigo rever, episódio por episódio. Pra ser bem sincera, acho difícil criarem outra a altura! Os diálogos, as situações, o roteiro, o elenco… é um combo único, que fez um sucesso absurdo e muito merecido! Tanto é, após o término do seriado, foram lançados dois filmes fabulosos em continuação e não se descarta um terceiro! Rezemos!

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Quem mais aaaama SATC aí? Me conta!!

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18 de junho de 2015

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Das séries que assisto/assisti, a britânica Downton Abbey é uma das mais peculiares e, também, uma das minha favoritas. Comecei a assistir meio ressabiada, achando que não curtiria muito, mas ledo engano! D.A. me ganhou logo nos primeiros episódios e, desde então, entrou para o time das preferidíssimas. Pena que é naquele estilo Game of Thrones: uma temporada por ano, com apenas 8 maravilhosos episódios! Ah, mais um extra no Natal!

Downton nos mostra o dia-a-dia da aristocrática família Crawley e seus empregados, no início do século XX. A série começa com a notícia do naufrágio do Titanic, implicando a morte do sobrinho e herdeiro de Robert Crawley (Conde de Gratham). Isso porque o Conde possui somente três filhas mulheres (Mary, Sybil e Edith) e a herança é, por lei, destinada à alguém do sexo masculino. Então, o próximo na linha sucessória é um primo distante e desconhecido, o comum Matthew Crawley. Aí, ele e sua mãe mudam-se para a Downton, e a família passa a conjecturar sua possível união com a filha mais velha do Conde, Lady Mary.

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Por outro lado, há uma vasta criadagem que também vive na propriedade, organizada por um sistema hierárquico rígido, dentre criados, lacaios e mordomos. Ambos os núcleos interagem bem e dividem o foco do seriado ao longo das temporadas.

Downton Abbey tem uma produção impecável, figurino maravilhoso e personagens incríveis. Cada um deles é muito bem construído, com personalidades marcantes e rumos bem adequados e definidos. O elenco foi perfeitamente escolhido e sempre que alguém sai do script, nos deixa com profundas saudades.

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A melhor personagem, pra mim, é a Condessa-Viúva, interpretada pela magnífica Maggie Smith. Ela é fantástica, dona de um sarcasmo e ironias únicos, com uma veia sutilmente cômica impressionante.

Até agora, foram cinco as temporadas de Downton Abbey, sendo que a sexta e última terá início no outono europeu, como de praxe. Confesso que não morri de amores pelas duas últimas – como contei aqui e aqui – mas, ainda assim, meu amor continua firme e forme e sigo na esperança de um rumo à altura dos habitantes de Downton, principalmente no que diz respeito à Lady Mary!

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Agora me contem: quem mais assiste e ama Downton Abbey?  Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Netflix e, no Brasil, a série é transmitida pela GNT.

 

 

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