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3 de novembro de 2015

Oi, gente! Mais um mês super ausente do blog, infelizmente. Agora em novembro tentarei manter uma frequência maior, talvez não tanta quanto antes, mas estarei aqui sempre que possível, prometo! Além disso, quero muito reservar um tempinho pra passar nos blogs que tanto adoro… acho que essa semana ainda rola! E se aqui não fui tão presente, no insta apareci um pouquinho mais, então trouxe algumas fotinhos sobre o meu mês pra vocês! Quem não me segue lá ainda, vem cá: @bru_aguiar!

chez b retro outubro 01

01. Sei que muita gente torce o nariz para o The Voice Brasil, mas eu curto muito! Neste ano, o Daniel foi substituído pelo Michel Teló, que eu acho um fofo de simpatia. Porém, me decepcionei um pouco, ele parece inseguro, com medo dos demais jurados. Esperava mais! 02. Toy e aquele soninho gostoooso…

chez b retro outubro 02

03. Good news: teremos Camila Coutinho para Riachuelo em dezembro! Este mês chegou às lojas a coleção da Lethicia Bronstein e, apesar de super ansiosa, confesso que me decepcionei super e não comprei nadinha! Espero que a da Camila seja melhor. Vocês curtiram? 04. #tbt com muita saudade: Paris, 2011.

chez b retro outubro 03

05. B. na cozinha: polvo a lagareiro! Primeira vez que fiz polvo e ficou maravilhoso, do jeitinho que eu gosto! 06. Mais comidinha do mar: sashimi surpreendente no Black Sheep on The Roof, restaurante fusion incrível de Floripa.

E o mês de vocês, como foi? Me contem!





21 de outubro de 2015

chez b. resenha a verdade sobre o caso harry quebert

No mês passado, a Nádia do Além do Livro, me convidou para participar da seção Eles recomendam!, em que colaboradores e um convidado especial indicam um livro bacana para os leitores da Ná. Eu sugeri o que eu havia acabado de ler, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, algo bem diferente das minhas leituras atuais. E, apesar de ter linkado o post aqui, acabei esquecendo de trazer a resenha para o blog.

Comprei A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert de presente para o meu marido, já que se trata de um suspense policial, gênero que ele adora e eu nem tanto. Porém, após devorar o livro freneticamente, ele fez coro com a Lola (que havia indicado a leitura) e com a Ju (que leu e amou), na insistência de que eu deveria ler a todo custo! Meio contrariada, mas muito curiosa, encarei o dito e… amei!

O livro conta a história do grande escritor Marcus Goldman que, num período de bloqueio criativo, sai de Nova York rumo à Aurora, uma pequena e pacata cidade no interior de New Hampshire, onde vive seu amigo e mestre Harry Quebert. Lá, descobre que 33 anos antes, o admirado Harry, aos 34 anos, relacionou-se secretamente com Nola, uma garota de 15 anos. Naquele período, Nola desapareceu sem deixar rastros. Entretanto, seus restos mortais são encontrados enterrados no jardim de Harry, motivo pelo qual ele passa a ser acusado de assassinato. Intrigado, Marcus inicia uma grande investigação sobre o caso, a fim de desvendar o imenso mistério sobre o assassinato da jovem.

Com enredo fácil e fluido, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert é daqueles livros que nos prendem do começo ao fim, instigando o leitor desde os primeiros capítulos, mantendo o ritmo até o surpreendente e inimaginável final.  Todos os fatos são esclarecidos e apesar do minucioso relato, o autor não deixa fios soltos, isso foi uma das coisas que eu mais gostei na leitura. Ah, e quando você acha que todos os mistérios foram desvendados, tem mais uma surpresinha por vir, pode acreditar! Super indico!

chez b. resenha a verdade sobre o caso harry quebert 01





17 de outubro de 2015

Outubro é o mês das crianças e foi justamente este tema fofura que resolvemos abordar nos projetos do Discípulas de Carrie! Apesar de a data “oficial” – 12 de outubro – já ter passado, acho gostosa a nostalgia que perdura o mês inteiro… Nesse clima, vou responder a CosmoTAG e relembrar algumas das coisas que mais gostava nos meus tempos de infância!

Barbie

chez b cosmotag 01

A Barbie é icônica, histórica e vai sempre estar presente nas minhas lembranças de criança. Eu tinha incontáveis bonecas, filhinhos, Ken, Bob, Skipper, a família inteira! Ainda tinha (tenho, na verdade) uma maleta cheia de roupinhas de todos os modelos e para todas as temperaturas. Como filha única e menina de apartamento que fui, Barbie era minha brincadeira favorita de todos os momentos!

Bonecas de Papel

chez b cosmotag 04

Assim como a Kaka, bonequinhas de papel também eram um hobby. A partir do momento que tive coordenação motora suficiente pare recortar as “modelos” e as “roupinhas”, juntei uma caixa cheia delas e passava horas nessa deliciosa função.

Carrossel

chez b cosmotag 02

A primeira novela que assisti na vida foi Carrossel e lembro da primeira que vi: o acidente da adorável Prof. Helena. Desde então, virei noveleira assumida e acompanhei todas as vezes que o SBT transmitiu a novelinha original. As peripécias do Jaime Palilo, a exibida Maria Joaquina, o ingênuo Cirilo, a gordinha Laura… como esquecer esses personagens queridos e caricatos que animaram a infância dos anos 80/90?

Praia

chez b cosmotag 05

Como boa manezinha da ilha – apelido carinhoso para os nascidos em Florianópolis – que sou, desde bebê tenho um pé no mar e um castelo de areia. TODOS os verões da minha vida foram vividos em algumas das praias do litoral catarinense. Até hoje, é uma das coisas que mais gosto na vida. Vem verão, vem sol!

Turma da Mônica

chez b cosmotag 03

Quando eu era pequenininha eu tinha uma Mônica quase do meu tamanho, com uma cabeça gigante e dura, que arrastava pra lá e pra cá. Hoje penso como aquilo era vendido para crianças, mas enfim. Sempre fui louca pela Turma da Mônica, antes mesmo de começar a ler, já assistia aos VHS que todos os finais de semana meus pais locavam. Alfabetizada, assinava as revistinhas da Turma e esperava ansiosa para que chegassem logo os gibis. Tinha um caixa gigante onde eram guardados e lia várias e várias vezes a mesma historinha. Bons tempos!

E vocês, quais boas lembranças têm da infância? Me contem!

 

 

discipulas de carrie

 





9 de outubro de 2015

Você não é o que você faz para ganhar dinheiro, você é o que você faz para ser feliz. {p. 30}

Como nunca falei do meu amor por Martha Medeiros aqui, hoje vou contar pra vocês.

Fui apresentada à escrita dessa gaúcha quando tinha lá meus 16 anos, o que já faz quase 15. O amor foi imediato e, desde então, ela tomou um papel importantíssimo na minha vida: o de escritora favorita. Tenho todos os livros, li todas as crônicas, os romances e – até – as poesias. Relatos de viagem? Lógico! Colunas de jornal? Porque só uma por semana? Cresci lendo e refletindo sobre seus textos, suas palavras, traduções de realidades cotidianas, análises, vivências e aleatoriedades. Chorei paixões, destaquei trechos, indiquei textos, vi muito de mim em um pouco dela. Por diversas vezes, tive a sensação de que ela invadia minha mente para escrever seu texto.

Nossa dor existencial vem também do quanto levamos a sério o que dizem os outros, o que fazem os outros e o que pensam os outros – uma insanidade, pois quem é que realmente sabe o que pensam os outros? Pensamos no lugar deles e sofremos por esse pensamento imaginado. Nossa dor existencial vem dessa transferência descabida. {p. 61}

Cerca de 15 anos depois, a admiração só cresce, a inspiração é cada vez maior e a identificação – praticamente total – assim permanece. Que Marthinha (minha bff platônica) siga escrevendo sobre cotidiano, amores, experiências, liberdades, banalidades e fazendo com que minhas questões mais complexas tornem-se mais leves com suas respostas.

Como de costume, Simples Assim é um livro de crônicas reunidas, assinadas por Martha e publicadas nos jornais O Globo e Zero Hora, ao longo dos anos de 2013, 2014 e parte de 2015. Com grande parte de textos excelentes e outros poucos nem tanto – realidade seja dita, com a ressalva que os “nem tanto” são minimamente bons – é aquela leitura de uma tarde ou de uma semana, depende da sua vontade. O motivo? As crônicas são curtas e independentes, não exigindo nossa atenção total e exclusiva por muito tempo – isso pode ser pedir demais nos dias de hoje.

Felicidade é ter consciência de que estar apto para o sentimento é um privilégio, e que quando estou melancólica, nostálgica, introvertida, decepcionada, isso também é uma conexão com o mundo, isso também traz evolução, aprendizado. {p.89}

Recomendo de olhos fechados, até mesmo aos que não curtem muito esse gênero literário. Pois, mais que um livro, Simples Assim é uma conversa gostosa que todos merecem ter.

chez b martha medeiros simples assim resenha 02





8 de outubro de 2015

Primeiro, novamente aquela explicaçãozinha básica sobre meu semi-desaparecimento: tem umas situações um pouco difíceis acontecendo por aqui e enquanto não se estabilizarem, o blog terá como consequência minha ausência e as visitas aos outros blogs que tanto amo também serão um pouquinho mais esporádicas. Mas, certo que isso é temporário e logo voltará ao normal. Prometo! Agora, ao assunto de hoje: TAG! Essa é sobre literatura  – assunto que vocês sabem que amo – e fui indicada pela Nádia, do ótimo Além do Livro!

Quando você lê?
Gosto de ler em qualquer horário, manhã, tarde e noite! Mas, acabo lendo mais antes de dormir mesmo.

Você lê apenas um livro de cada vez?
Em regra, sim! Sou lenta pra ler e gosto de curtir e aproveitar bem o livro em questão, mas em tempos de parceria às vezes preciso interromper uma leitura para dar preferência a outro livro e cumprir o prazo. De todo modo, leio o escolhido até acabar e depois reinicio o pausado.

Qual seu lugar favorito para ler?
Tem um cantinho bem especial pra isso no meu quarto, uma chaise super confortável, adoro! Mas, também pode ser na minha cama, sofá da sala…

O que você faz primeiro: lê o livro ou assiste ao filme?
Leio o livro, com certeza!

Qual formato de livro você prefere?
O físico! Ainda não sou (e nem sei se serei um dia) tão tecnológica a ponto de conseguir ler em algum apetrecho eletrônico!

Você tem algum hábito exclusivo ao ler?
Nada em especial.

As capas de uma série têm que combinar ou não importa?
Ah, sem dúvidas tem que ser bem combinadinho, dá até mais vontade de ler. Por isso tenho pena quando uma série muda de editora no meio do caminho, até o tamanho é diferente, embora tentem continuar dentro do mesmo estilo!

*

Para responder, indico:

Ju | Como livros, bebo séries

Lola | Lola’s Town

Kaka | Eu Suspiro

Gi | Estilo Gisele

Juju | As besteiras que me contam

Carol | Pequena Jornalista