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17 de dezembro de 2015

—– Sem Spoilers —–

Séries é facilmente um dos assuntos preferidos da maioria dos leitores/as do blog e também um dos que eu mais gosto de falar. Por isso, no início do ano criei a tag As Séries da Minha Vida, postada às quintas-feiras (para ver todos os posts, clique aqui), contando sobre cada um dos seriados que assisti. Foram 18 posts até hoje e agora a lista vai aumentar, já que assisti mais algumas coisinhas este ano! Começando pelo icônico Lost!

chez b as series da minha vida lost 02

Eu nunca me interessei por Lost. Mesmo com o sucesso estrondoso que fez na época em que foi transmitida, não tive a menor vontade de assistir e sabia apenas que se tratava de pessoas perdidas numa ilha misteriosa e teve participação de Rodrigo Santoro. Aí, meu marido, que já havia assistido a série inteira, resolveu rever e insistiu para que eu visse também! Meio contrariada, topei.

O enredo é conhecido da maioria: um avião cai numa ilha deserta e os sobreviventes, liderados pelo médico Jack, começam a explorar o local em busca de abrigo e alimento. Porém, o lugar é cheio de incógnitas e acontecem coisas pra lá de estranhas, além de descobrirem que não são as únicas pessoas a habitá-lo.

chez b as series da minha vida lost 03

No início, senti medo. Não curto muito programações que me assustam de alguma forma, mas o fato é que Lost – ao menos nas duas primeiras temporadas – prende de forma tal que, mesmo com tensão e levando vários sustos, você não consegue parar e assistir. E aí me mantive fiel até o final. Só que eu não sabia e ninguém te conta – pelo menos meu marido não contou, haha – é que lá pelas tantas a série começa a viajar tanto, é um vai-e-vem, uma loucura tão sem limites que dá uma boa cansada. Várias vezes me perguntei porque ainda estava assistindo aquela maluquice interminável. E, pra mim, esse é o ponto: o roteiro de Lost não tem limites e parece que precisaram arrastar até a 6ª temporada para justificar o sucesso. Um grande erro. Se a série fosse reduzida em três, quatro temporadas no máximo, aí sim, poderia dar 5 estrelas. Porque é envolvente, é estimulante, é genial, só que o surrealismo exacerbado cansa demais.

chez b as series da minha vida lost 01

Sobre o final: apesar de muita gente ter odiado ou não entendido, eu gostei muito. Já tinha suspeitado mais ou menos a linha que seguiria, mas a conclusão foi muito além do que eu imaginei. Fiz algumas pesquisas e li várias críticas até formar bem a minha opinião sobre o desfecho e hoje, após absorver bem e repensar boa parte da série, acho que foi realmente brilhante.

Enfim, vale a pena assistir? Minha opinião é que vale, sim, com a mente aberta e um pouquinho de paciência!

Quem mais assistiu Lost? E o que acharam do final?

 

 

chez b as series da minha vida lost





15 de dezembro de 2015

Amanhã faz exatamente um mês do meu último post aqui no blog. A verdade é que de uns tempos pra cá eu andava bem desanimada com esse universo, então o ritmo foi desacelerando, a frequência de postagens diminuindo, até chegar um momento em que decidi realmente dar um tempo – leia-se: abandonar. Não foi só o meu cantinho que deixei de lado, foi a blogosfera em geral. Parei de visitar os blogs que tanto gosto, retribuir visitas, dar atenção às leitoras fiéis, enfim: dei um tempo mesmo. Pensei seriamente em deixar de blogar, em apagar o Chez B. forever and ever, mas não! Meu coração blogueiro falou mais alto e senti falta. Saudades das pessoas, dos textos, das fotos, dos papos. E aqui estou.

chez b

Acho que isso acontece com (quase) todo mundo. É fim de ano, correria, cansaço, desilusão,  preguiça, desânimo mesmo. Em algum momento, o blog é posto em dúvida. No meu caso, o fator desencadeante foi bem sofrido. Há 6 anos eu luto contra depressão e, entre idas e vindas, em setembro tive uma crise depressiva super grave. Foi um período muito, muito tenso e precisei repensar, priorizar e replanejar vários aspectos da minha vida. E aí o tempo – e a vontade – para o blog foi ficando cada vez menor. Porééém, hoje estou muito melhor, resolvi voltar atrás e reservar um tempinho para estar aqui com vocês. Porque eu gosto muito, me faz bem, me faz feliz e me proporciona uma das melhores coisas da vida: grandes amizades – creio que só quem faz parte desse universo entende! Então, por esses e por outros motivos de amor: voltei ♥





10 de novembro de 2015

O tema deste mês dos projetos do Discípulas de Carrie não poderia ser mais legal: séries! É um assunto que rende muito pano pra manga e a maioria das pessoas que conheço – principalmente as meninas do nosso querido grupo – amam! Eu adoro também, tanto é que criei a tag semanal As Séries da Minha Vida aqui no blog, contando um pouquinho sobre todos os seriados que assisti até o momento (já aviso que logo, logo, tem novidade!). Então, pensem o quanto foi difícil selecionar as CINCO favoritas da vida inteira para fazer a CosmoTag! Mas, vamos lá…

Sex and The City

Não conheço ninguém que tenha assistido Sex and The City e não ame muito! As personagens são extremamente carismáticas e muito bem construídas – é impossível não se identificar com alguma delas (ou com todas!). Até hoje, é a única série que consigo rever, episódio por episódio. Pra ser bem sincera, acho difícil criarem outra à altura!

Gossip Girl

Falar de Gossip Girl é redundante demais. Fez um sucesso absurdo, cortou corações, exibiu looks lindíssimos e causou frenesi na população feminina mundo afora. Foi a primeira série que assisti inteirinha. Eu não era muito ligada em seriados, aí entrei para o mundo dos blogs e, naquela época, não se falava em outra coisa sem ser Blair, Serena, Dan, Nate e Chuck! Lembro como se fosse ontem o dia que fui na Saraiva comprar o box da primeira temporada completa. Obviamente viciei de cara e vai ser sempre uma das minhas séries favoritas da vida!

The O.C.

The O.C. é muito amor! O inesquecível e sarcástico Seth Cohen arrancou muitas risadas de uma geração viciada nas aventuras, conflitos e segredos da californiana Newport Beach. Pra quem ainda não assistiu, sempre digo que é uma espécie de Gossip Girl da Califórnia. O núcleo jovem, os segredos, casos & acasos e o fato de serem criadas pelo mesmo produtor, faz com que as séries sejam de fato bem semelhantes. Dificilmente quem gosta de uma, não irá gostar da outra. Com certeza, uma série que marcou muitos corações!

Game of Thrones

Certo que Game of Thrones é uma das melhores séries de todos os tempos! Os efeitos especiais são incríveis, os cenários deslumbrantes, o figurino impecável, os diálogos extremamente inteligentes. Inicialmente, fui bem resistente a assistir. Achava que era muito fantasioso e cheio de efeitos especiais, o que acabou sendo confirmado apenas em parte. Tem um pouco de fantasia sim, porém, passa longe de ser o principal e é tudo muito bem contextualizado.

Downton Abbey

Das séries que assisto/assisti, a britânica Downton Abbey é uma das mais peculiares. Comecei a assistir meio ressabiada, achando que não curtiria muito, mas ledo engano! D.A. me ganhou logo nos primeiros episódios e, desde então, entrou para o time das preferidíssimas. Downton Abbey tem uma produção impecável, figurino maravilhoso e personagens incríveis. Cada um deles é muito bem construído, com personalidades marcantes e rumos bem adequados e definidos. O elenco foi perfeitamente escolhido e sempre que alguém sai do script, nos deixa com profundas saudades.

 

 

discipulas de carrie





3 de novembro de 2015

Oi, gente! Mais um mês super ausente do blog, infelizmente. Agora em novembro tentarei manter uma frequência maior, talvez não tanta quanto antes, mas estarei aqui sempre que possível, prometo! Além disso, quero muito reservar um tempinho pra passar nos blogs que tanto adoro… acho que essa semana ainda rola! E se aqui não fui tão presente, no insta apareci um pouquinho mais, então trouxe algumas fotinhos sobre o meu mês pra vocês! Quem não me segue lá ainda, vem cá: @bru_aguiar!

chez b retro outubro 01

01. Sei que muita gente torce o nariz para o The Voice Brasil, mas eu curto muito! Neste ano, o Daniel foi substituído pelo Michel Teló, que eu acho um fofo de simpatia. Porém, me decepcionei um pouco, ele parece inseguro, com medo dos demais jurados. Esperava mais! 02. Toy e aquele soninho gostoooso…

chez b retro outubro 02

03. Good news: teremos Camila Coutinho para Riachuelo em dezembro! Este mês chegou às lojas a coleção da Lethicia Bronstein e, apesar de super ansiosa, confesso que me decepcionei super e não comprei nadinha! Espero que a da Camila seja melhor. Vocês curtiram? 04. #tbt com muita saudade: Paris, 2011.

chez b retro outubro 03

05. B. na cozinha: polvo a lagareiro! Primeira vez que fiz polvo e ficou maravilhoso, do jeitinho que eu gosto! 06. Mais comidinha do mar: sashimi surpreendente no Black Sheep on The Roof, restaurante fusion incrível de Floripa.

E o mês de vocês, como foi? Me contem!





21 de outubro de 2015

chez b. resenha a verdade sobre o caso harry quebert

No mês passado, a Nádia do Além do Livro, me convidou para participar da seção Eles recomendam!, em que colaboradores e um convidado especial indicam um livro bacana para os leitores da Ná. Eu sugeri o que eu havia acabado de ler, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, algo bem diferente das minhas leituras atuais. E, apesar de ter linkado o post aqui, acabei esquecendo de trazer a resenha para o blog.

Comprei A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert de presente para o meu marido, já que se trata de um suspense policial, gênero que ele adora e eu nem tanto. Porém, após devorar o livro freneticamente, ele fez coro com a Lola (que havia indicado a leitura) e com a Ju (que leu e amou), na insistência de que eu deveria ler a todo custo! Meio contrariada, mas muito curiosa, encarei o dito e… amei!

O livro conta a história do grande escritor Marcus Goldman que, num período de bloqueio criativo, sai de Nova York rumo à Aurora, uma pequena e pacata cidade no interior de New Hampshire, onde vive seu amigo e mestre Harry Quebert. Lá, descobre que 33 anos antes, o admirado Harry, aos 34 anos, relacionou-se secretamente com Nola, uma garota de 15 anos. Naquele período, Nola desapareceu sem deixar rastros. Entretanto, seus restos mortais são encontrados enterrados no jardim de Harry, motivo pelo qual ele passa a ser acusado de assassinato. Intrigado, Marcus inicia uma grande investigação sobre o caso, a fim de desvendar o imenso mistério sobre o assassinato da jovem.

Com enredo fácil e fluido, A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert é daqueles livros que nos prendem do começo ao fim, instigando o leitor desde os primeiros capítulos, mantendo o ritmo até o surpreendente e inimaginável final.  Todos os fatos são esclarecidos e apesar do minucioso relato, o autor não deixa fios soltos, isso foi uma das coisas que eu mais gostei na leitura. Ah, e quando você acha que todos os mistérios foram desvendados, tem mais uma surpresinha por vir, pode acreditar! Super indico!

chez b. resenha a verdade sobre o caso harry quebert 01