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12 de abril de 2016

chez b a culpa é das estrelas 02

A Culpa é das Estrelas já é quase antigo, mas não pude pensar em outra coisa para o projeto deste mês. Explico: o tema do Discípulas de Carrie de abril é LIVROS e, em decorrência, o objetivo do Blahnik Movie é contar qual filme melhor complementa o livro e vice-versa. Eu, particularmente, gosto sempre de ler o livro antes de assistir ao filme. Dificilmente faço o inverso. Até porque raramente a versão cinematográfica me surpreende de forma positiva, já que é inevitável a história seja um tanto quanto “resumida” e é muito, mas muito difícil que os personagens realmente correspondam às nossas expectativas e imaginações prévias.

chez b a culpa é das estrelas 03

O primeiro filme que vem à mente quando penso em algum que não tenha deixado a desejar com relação ao escrito é A Culpa é das Estrelas. Há pouco mais de dois anos, li o livro meio ressabiada, achando que não gostaria muito e seria teen demais pra mim, porém, amei. Aí, alguns meses depois, veio o filme e, novamente – apesar de ansiosíssima -, tinha o pé atrás, já que como disse antes: o livro é (quase) sempre melhor que o filme. Só que me surpreendi e muito!

chez b a culpa é das estrelas 01

A Culpa é das Estrelas é um dos poucos filmes que traduzem fielmente o livro. Perfeito! A história é contada em detalhes, os diálogos são incríveis (assim como no livro, claro), não deixa a desejar em absolutamente nada. Os atores são sensacionais. Amei a interpretação da Shailene Woodley, realmente parecia a Hazel que eu imaginava! Gus foi interpretado por Ansel Elgort, uma fofura só! A sensibilidade  e a profundida que os personagens passam realmente emocionam. E, assim como o livro, ao mesmo tempo que a história nos toca e nos leva a reflexões profundas, também é engraçado, fofo, gostoso de assistir.

E para vocês, qual filme complementa mais o livro e vice-versa?! Me contem!!

discipulas de carrie





6 de abril de 2016

chez b bom pra cachorro jacksnacks 02

Desde que uma amiga postou no Instagram fotos mostrando a alimentação nova da cachorrinha dela, fiquei tentada. Nas imagens, vários potinhos com comida “de verdade” super caprichados e organizados. No texto, ela contou que estava trocando a ração pela comida natural de forma balanceada, tudo bem certinho, conforme as explicações detalhadas do site Cachorro Verde.

Na hora corri para o site à procura de informações sobre o assunto, já pensando e planejando como eu poderia inserir a AN (Alimentação Natural) na vida do Toy. Desde filhotinho, ele come apenas ração. Nunca foi acostumado a petiscos, apenas os artificiais específicos para cães – tipo Doguitos que, agora pensando, não é nada saudável - ou, no máximo, pedacinhos de frutas, como maçã ou melancia. Fiz questão de educá-lo assim para que não ficasse pedindo comida quando estamos comendo e, obviamente, imaginando que era o melhor para a saúde dele.

Porém, tudo que li no Cachorro Verde me fez parar e pensar. Até que ponto alimentar meu cão com ração industrializada é realmente saudável? Agora, mais do que nunca, parece lógico que a comida de verdade é o que ele realmente merece e deve comer. Desde então tenho pensado em toda a dinâmica de preparo de AN para o Toy, calcular quantidades, congelar, descongelar, organizar a logística de quando eu estiver fora. É que, além das viagens esporádicas que fazemos de férias (e deixamos o pequeno com meus pais), viajamos com bastante frequência aos finais de semana para ver nossa família, o que implicaria ter que fazer um pequeno carregamento de congelados. De todo modo, acho que é apenas questão de tempo para eu resolver como vou fazer isso, pois tenho como certo de que é o melhor para o meu pequeno.

chez b bom pra cachorro jacksnacks

E foi nesse clima que recebi um email da Lidiane, a idealizadora do Jack’Snacks, uma marca de biscoitos caninos 100% naturais e saudáveis – não só para os cãezinhos, mas também para nós! Eu adorei a ideia e a Lidi, então, enviou de presente para o Toy uma caixa com vários pacotinhos de variados sabores de biscoitos! Todos com formatos fofos, separados em pacotes indicando o sabor e os ingredientes. Dá pra ver de longe o capricho e a dedicação! E o Toy… bom, ele amou, né! Ficou enlouquecido com tantos cheirinhos deliciosos e petiscos mega apetitosos! Difícil é dar só um ou dois por dia, já que ele é pequeno e não posso exagerar – e nesses dias, o ideal é também reduzir a quantidade de alimentos oferecidos ao cachorro (no caso do Toy, ainda ração).

Nós amamos o Jack’Snacks e tenho certeza que será sucesso absoluto! Quem quiser saber mais, dá uma olhadinha no Insta @jacksnacksbrasil !

Obs.: este post reflete a minha real opinião com base no produto experimentado e o que observei das reações do Toy — não é publi.





30 de março de 2016

chez b palacio de inverno

Peguei esse livro emprestado de um amigo, cujo gosto literário muito me agrada. Puxei ao acaso da estante dele e carreguei comigo para ler durante as férias – apesar de o post estar atrasadíssimo, li em janeiro. E foi só amor!

Palácio de Inverno é encantador. Com uma narrativa deliciosa em primeira pessoa por Geórgui Jachmenev, um russo que por ironias do destino vai trabalhar para o grande czar e sua família, a os capítulos passeiam alternadamente entre presente e passado. O pano de fundo percorre a Ingraterra de Thatcher, a Segunda Guerra Mundial e a Revolução Bolchevique, na maior parte do tempo tendo a Rússia como cenário. Apesar da cronologia de idas e vindas, o livro não nos confunde, o que considero fundamental! Detesto ficar perdida na leitura, indo e voltando sem saber ao certo onde estou.

O romance central guarda um mistério – eu desvendei logo no início, mas não prejudica em absolutamente nada a leitura do livro – o qual reforça ainda mais o amor vivido entre os queridos personagens principais. O texto é muito bem construído, os personagens têm o dom de nos despertar os mais variados sentimentos, tornando-os inesquecíveis. Torcermos, vibramos, rimos, sofremos e até choramos com seus grandes momentos e dilemas. É detalhado e profundo, porém, nunca cansativo. Flui, simplesmente.

Palácio de Inverno é o primeiro livro que leio de John Boyne – o mesmo autor de O Menino do Pijama Listrado (vi apenas o filme) – e senti a imediata necessidade de ler outros livros do autor, tamanha a identificação que tive com sua escrita. Um livro fantástico, daqueles que não queremos largar, mas igualmente torcemos para não terminar, já prevendo a ressaca literária que nos aguarda.

 

 


Palácio de Inverno
Autor: John Boyne
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 456
Ano: 2010
Nota: 5 estrelas





29 de fevereiro de 2016

chez b diane kruger vanity fair oscar 02

Este ano a temporada de red carpet aqui no blog passou em branco e o Oscar, que costuma fechar com chave de ouro, não animou muito mesmo. Até postei os looks que achei mais dignos no Instagram (não segue ainda? Então, vem cá!) , mas nada que enchesse os olhos! Porém, todavia, contudo, entretanto… Diane Kruger surgiu estonteante na after party da Vanity Fair e fez valer os dois últimos meses de looks medianos!

chez b diane kruger vanity fair after oscar 01

Diane invariavelmente acerta o combo completo, dos pés à cabeça! E esse vestido em especial foi uma visão inusitada: diferente, impactante, ousado sem deixar a elegância para escanteio… É um Reem Acra (que, confesso, não conhecia) e da cor às franjas – e eu nem gosto de franjas – foi o único da temporada que fez meu coração bater mais forte!





27 de fevereiro de 2016

Ano passado li Regras da Comida e virei praticamente uma discípula de Michael Pollan. Já tinha ouvido falar do autor, mas descobri o livro mesmo por indicação da Rita Lobo, num dos posts do Panelinha. Comida é um assunto que me interessa em todos os aspectos: do modo de preparo aos benefícios e malefícios dos alimentos para o nosso corpo. Aí que numa dessas compras de livros sobre o assunto, adicionei minha primeira leitura do jornalista, pesquisador, escritor, ativista e mega expert em comida e amei super!

Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida.

Não é um livro de receitas, não é um livro complexo, não é um manual inatingível acerca de um padrão impossível. Não. É um livrinho pequeno, fino, de letras grandes, mas muita sabedoria sobre algo vital: alimentação. É um verdadeiro manual de sabedoria alimentar.

chez b cooked as regras da comida michael pollan 03

São 64 regras simples sobre esse tema fundamental que, sem exageros e sem imposições, nos sugere maneiras simples e toques básicos de como ter uma nutrição mais adequada, criticando a indústria alimentícia com total coerência. Cada regra acompanha um texto explicativo que, tenho certeza, vai te convencer a cumprir cada aspecto. Isso sem forçar a barra! Eu me surpreendi com o tanto de conteúdo útil em tamanha simplicidade e me apaixonei pelas sacadas de Michael Pollan.

Coma todas as besteiras que quiser, desde que você mesmo as cozinhe.

Então, pensa o quanto fiquei enlouquecida quando vi que o Netflix lançaria Cooked! A série documental do autor do meu novo guia alimentar tem 4 episódios: Fogo, Água, Ar e Terra. A proposta pareceu super animadora e contei os dias para o lançamento, só que… me decepcionei. O documentário é super bem produzido, impecavelmente filmado, mas a abordagem é muito diferente do que eu imaginava.

chez b cooked as regras da comida michael pollan 02

Esperava uma produção com técnicas culinárias, um reforço à crítica sobre a indústria alimentícia e uma conexão maior com o Regras da Comida. Tais aspectos são o de menos no conteúdo da série. Tem um pouco sim, mas passa quase despercebido. O foco é bem histórico e antropológico, sempre destacando a visão de um povo específico, o que torna bastante cansativo. Cada episódio tem cerca de 1h e confesso que em alguns momentos foi bem desinteressante continuar assistindo. Porém, repito: é um série bem feita, merece ser vista por quem curte o tema, mas sem muita pretensão e expectativa.

Alguém mais já assistiu? O que achou? Me contem!


Regras da Comida
Autor: Michael Pollan
Editora: Intrínseca
Páginas: 160
Ano: 2010
Nota: 5 estrelas