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19 de maio de 2015

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Desde pequena eu tenho uma grande paixão por REVISTAS. Começou com os gibis e revistinhas infantis e, logo que entrei na pré-adolescência, já comecei a incomodar meus pais querendo comprar Carícia, Atrevida (minha preferida!!!) e Capricho. Lembro da ansiedade que era cada começo de mês ou quinzena, à espera da nova edição! Na quinta série, eu cometia um pecado do bem em prol das minhas queridas revistas: levava para o colégio com o objetivo único de emprestar pras minhas amigas que as mães não deixavam ler!

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Apesar de nem sempre o conteúdo ser dos melhores e de ditar regras e comportamentos muitas vezes bobos, a Capricho & Cia me ensinaram muitas coisas. Lá estavam todas as dúvidas que uma adolescente poderia ter, passando por sexo, roupas transadas (e essa expressão?!!), músicas e artistas gatos da época. Vinham pôsteres do Brad Pitt e dos Hanson pra colar na porta do guarda-roupa e tinham vários testes do tipo “que amiga você é” ou “será que ele gosta de você” que ficava ansiosa pra fazer todos os meses.

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O tempo passou, obviamente fui amadurecendo e a Capricho já não trazia mais novidades para o meu mundo. Era “coisa de pirralha”, sabe? Então, entrei numa fase fitness e passei a comprar Boa Forma. De vez em raro, comprava também a Nova, mas nunca foi uma revista que me atraiu muito. A folha era muito fina e o assunto era único: sexo.

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Na transição real da adolescência para a idade adulta, eu entrei em crise com relação a revistas. Não me identificava com nada mais. Sempre procurava algo novo na banca, mas, ou as publicações eram para mulheres mais velhas ou muito mais novas. Cadê o meio termo? Tentei a Elle por um bom tempo e, também, a Vogue, porém o assunto era basicamente moda e coisas distantes do meu interesse. Achava cansativo e acabei abandonando.

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Depois de um bom tempo sem saber muito o que ler, achei uma revista que era a minha cara: Marie Claire. Conteúdo bom e variado, matérias bem escritas e embasadas. Uma revista adulta, mas jovem: tudo o que eu procurava.

Nesse meio tempo, surgiram os blogs e muita coisa mudou. As publicações impressas acabaram perdendo bastante força, já que o leitor passou a querer a notícia imediata, curta e rápida. Esperar o próximo mês pra ler sobre a nova moda de sapatos? So last season! Agora é tudo simples e fácil, você entra na internet e com uma rápida pesquisa encontra qualquer informação que queira, a qualquer momento. As próprias revistas têm seus formatos digitais. No mundo de hoje, se não houver versão online, fica pra trás.

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Porém, eu sou old school e ainda tenho amor por revistas impressas. Gosto de pegar na mão, folhear, ler sem depender de bateria e wifi. E, pra mim, a Marie Claire continua sendo a publicação com melhor e mais relevante conteúdo, daquelas que não preciso ler as manchetes pra saber que algo ali vai me interessar. Além de trazer capas lindas, geralmente com atrizes super bacanas, pessoas reais. E é por isso que até hoje a compro religiosamente todos os meses.

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Outra edição que eu gosto muito, é a Glamour. Esta é para uma leitura mais despretensiosa, desencanada e sem muita densidade. As reportagens, em regra, são um pouco superficiais. A linguagem é a mais atual possível, cheia de gírias e bem informal, o que acho bacana. Agora, ironicamente, o que curto mesmo são as fotos e as matérias que remetem ao mundo virtual, que não são poucas. Sempre tem uma blogueira ou uma indicação de Instagram na revista. E é isso que adoro na Glamour. Vai entender!

E vocês, ainda leem revistas? Quais as preferidas?

 

 

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11 de maio de 2015

Não sei se já contei pra vocês, mas antigamente eu não era das mais fãs de tags. Tinha um certo receio da exposição que as respostas poderiam gerar e como por muito tempo mantive o blog em segredo, fugia um pouco das tags cheias de perguntas! No entanto, mudei muito meu pensamento com relação a isso e hoje adoro respondê-las! Ainda mais quando o assunto é o blog e a minha relação com ele. E, também, adoro ler as respostas das minhas amigas blogueiras. Hoje vou responder a tag super legal I Love My Blog que a minha amiga Nádia do Além do Livro me indicou!

 

O que lhe incentivou a ter um blog?

Eu sempre fui muito ligada a esse mundo internético. Lá pelos idos dos anos 2000, eu já tinha blog, que era realmente um diário virtual, onde contava vários acontecimentos da minha vida e do meu dia a dia. O nome era Faz parte do meu show (#cazuzafeelings)! O tempo passou e aquele blog perdeu o propósito. Até que, em 2009, fiquei bastante doente e muito tempo de licença do trabalho, sem conseguir fazer muita coisa. Aí conheci vários blogs – principalmente de moda – e resolvi fazer o meu próprio, que chamava Elegancee. Foi um período muito legal, ajudou super na minha recuperação, mas em 2010 precisei abandoná-lo, por total falta de tempo. Então, final do ano passado resolvi retornar, porém, de um jeito diferente. Abandonei um pouco os assuntos fashionísticos, que já não me atraem mais tanto, e resolvi fazer algo mais pessoal, sobre as coisas que gosto e impressões que tenho.

Qual a importância do blog para você?

O blog é super importante pra mim. É uma válvula de escape, é um cantinho meu e, principalmente, um meio de fazer amigos. Não foram poucas as amigas que ganhei nessa blogosfera e que carregarei pra vida! E isso me faz muito feliz!

Quem te indicou a ter um blog?

Ninguém! Sempre gostei muito de escrever, desde pequena. Então, o blog foi a forma que encontrei de fazer o que eu gosto e compartilhar com pessoas as minhas ideias, pensamentos, opiniões e tudo mais que tiver vontade!

Quais são os assuntos do blog?

São assuntos beeeem variados! Acho que o foco maior é literatura, porém, também falo muito de séries, cinema, red carpets, dicas de viagens, receitas, aleatoriedades… enfim, o que eu tiver vontade! Até de pets eu falo!

Como você se sentiu ao ter seu primeiro comentário?

Gente, essa pergunta é difícil! Não lembro, faz muuuuito tempo! Com certeza fiquei hiper feliz, já que até hoje fico toda vez que recebo comentários. É tão gratificante saber que tem gente curtindo o que eu escrevo aqui!

Quantos comentários você tem ao todo no momento?

Desde que migrei para o wp.org, ou seja, outubro do ano passado, 6.523 comentários!!! Ai, que máximo! Eu nunca tinha me dado conta desse número, fiquei bem feliz com a quantidade!

Qual a meta deste ano para o seu blog?

Não são grandes metas, mas espero que o blog continue crescendo e alcançando cada vez mais pessoas. Pretendo continuar postando praticamente todos os dias e fazendo jus à parceria com a editora, ou seja, lendo todos os livros mara que eles me mandam e contando pra vocês o que achei deles.

Até onde você deseja chegar com o blog?

Ah, o céu é o limite, né?! hahaha Gostaria super de “viver” dele, fazer do blog meu trabalho e uma fonte de renda. Por enquanto, não encaro dessa forma, mas mais pra frente, quem sabe!?

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E para responder essa tag indico:

Eu Suspiro
Como livros, bebo séries.
Minha Vida em SP
Pequena Jornalista
Hamburguesinha
Amanda Paduan
 

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14 de abril de 2015

Hoje é meu aniversário de 30 anos. 30 primaveras, verões, outonos e invernos que já vivi neste mundo. Jamais imaginei que seria tão sereno passar para o time das balzaquianas. Lá pelos 20 e poucos, a ideia de ultrapassar três décadas de vida me atormentava. A visão que eu tinha de mim mesma em nada se parecia com a realidade de hoje. Pensava eu que, com 30 anos, TRINTA ANOS, seria uma mulher madura, com filhos, exercendo outra profissão, morando em outra cidade, com ruguinhas começando a dar o ar da graça ao redor dos meus olhos e jeito de adulta. Achei que entraria em paranoia existencial! Aí, cá estou eu duvidando que eu tenha atingido um nível alto de maturidade, sem filhos humanos (ainda), blogando, morando em Lages, com menos marcas de expressão do que o esperado e um jeitinho não tão adulto assim. Ah, sem crises existenciais!

chez b. de repente 30 01

É fato que o metabolismo da gente muda, o corpo começa a apresentar sinais de amadurecimento e emagrecer fazendo uma semana de dieta já não resolve. Por outro lado, o crescimento emocional compensa; as neuras já não são tantas, emagrecer por estética não é mais tão essencial, a opinião alheia não faz perder uma noite de sono (nem um segundo, na verdade), pouco se faz por obrigação ou convenção social, as coisas aparentemente mais simples da vida passam a ser muito mais valorizadas.

Chegar aos 30 não é tão ruim assim. Quase posso dizer que é bom. Fui dormir com 29 anos e acordei com 30, porém… nada mudou. Cadê aquela transição brusca da juventude para a idade adulta que eu imaginava que sentiria?

Talvez, lááá no fundo, tenha a sensação de que o tempo tá passando muito rápido e esse trem da vida simplesmente não pára e não volta. Aí sim, dá um medinho. De não ter feito tudo que deveria e queria, de não ter dito o que havia pra dizer, de ter deixado passar oportunidades, de ter feito escolhas que nem sempre foram as mais corretas. Mas, a verdade é que olhando pra trás, não me arrependo de nada. Cada momento foi vivenciado com o envolvimento necessário, do modo que eu achava correto naquele instante. Se não foi, se não devia ser… pouco importa. O ontem não volta e nem quero que volte.

Tô muito mais feliz com meus 30 anos bem vividos do que podia imaginar. Aprendi um milhão de coisas, encontrei a pessoa que quero ter ao meu lado por todo o sempre, faço o que gosto, tenho o que quero, amigos verdadeiros não me faltam e não são poucos – ok, dá pra contar em duas mãos e isso pra mim é realmente bastante -, tenho a melhor família do mundo e tive a sorte de entrar em outra que também muito amo! Então, sem paranoias, sem medo e sem grandes incertezas, só tenho a dizer: obrigada Deus, obrigada vida, por esses 30 maravilhosos anos!

E que venha mais uma vida inteira… ♥  #vemnimim30

 

 

 

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25 de fevereiro de 2015

Hello! Depois de uma enxurrada de posts oscarianos red carpetianos, o ano de fato começou e o ritmo de assuntos do blog retornou! E é justamente dele que falaremos hoje, nessa tag muito legal Meu Blog e Eu, que a querida Ana Valeska do Teorema Feminino me indicou. Adoro tags sobre o assunto blog, blogueira, blogosfera e afins, pois são perguntas que eu super faria pras amigas e tenho certeza que muitos leitores têm vontade de saber! Então, são 8 perguntas e 8 blogs a serem indicados! Vem comigo!

1. Por que você criou o blog?

Sempre fui muito ligada a esse mundo internético. Lá pelos idos dos anos 2000, eu já tinha blog, que era realmente um diário virtual, onde contava vários acontecimentos da minha vida e do meu dia a dia. O nome era Faz parte do meu show (#cazuzafeelings)! O tempo passou e aquele blog perdeu o propósito. Até que, em 2009, fiquei bastante doente e muito tempo de licença do trabalho, sem conseguir fazer muita coisa. Aí conheci vários blogs – principalmente de moda – e resolvi fazer o meu próprio, que chamava Elegancee. Foi um período muito legal, ajudou super na minha recuperação, mas em 2010 precisei abandoná-lo, por total falta de tempo. Então, no final de 2013 resolvi retornar, porém, de um jeito diferente. Abandonei um pouco os assuntos fashionísticos, que já não me atraem mais tanto, e resolvi fazer algo mais pessoal, sobre as coisas que gosto e impressões que tenho. E tô gostando disso. (One Lovely Blog Award)

2. Como você escolheu o nome do blog?

O nome atual surgiu quando decidi mudar de nicho. O nome Elegancee tinha muita relação com o universo fashion e eu queria algo mais pessoal. Aí pensei em Chez B., sendo B. a abreviação de Bruna (por óbvio, haha)!

3. Quando seu blog foi criado?

Então, o blog no formato antigo foi criado em abril de 2009. Já o Chez B. como é hoje nasceu em novembro de 2013.

4. Qual o assunto principal que o seu blog aborda?

O que me dá na telha! Brincadeira!! Gosto muito de literatura, filmes e séries. Então, com certeza, são os assuntos mais abordados.

5. Quem fez o layout?

Leilou Design, comandado pela Jess (do blog Caos Criativo). <3

6. Fale um pouco do layout, o que ele representa?

Pedi algo clean, feminino, suave… e adorei o resultado. Significa uma fase de amadurecimento meu e do blog em si.

7. Pensa em fazer do blog um trabalho?

Não exatamente. É um grande hobby! Mas, se acabar virando trabalho, acho que seria bem legal unir o útil ao agradável!

8. O que você diria para as blogueiras que começaram agora?

Vai parecer clichê (e é!), mas seja você mesma. Tenha no blog um meio de se mostrar pro mundo, de expor suas ideias, opiniões, falar do que você gosta, tudo dentro do seu próprio limite! Não venda opiniões, não faça nada que não goste achando que pode agradar outras pessoas sendo diferente, porque não agrada. Não acredite em números fáceis. Os leitores sentem o que é verdadeiro. Acho que quando você é simplesmente você, atrai um público sincero e fiel. Já pra quem quer encarar como trabalho e ganhar $$$, tem que ter paciência, persistência, foco, humildade e, principalmente, muito empenho! Ah, um pouco de sorte também!

CHEZ B. TAG MEU BLOG E EU

Aqui, minhas queridas 8 indicações (se alguém tiver feito e passou despercebido, me perdoa, tá?!):

Eu Suspiro
Como livros, bebo séries.
Pequena Jornalista
Dia de Brilho
Brilho de Aluguel
Estilo Gisele
Minha Vida em SP
Blog da Natz 
 

Já participou da pesquisa de público do Chez B.? Ainda não? Então, clica aqui! É rapidinho e super importante pra mim!





11 de fevereiro de 2015

Hello! Minhas amigas Kat e Ju me indicaram pra essa tag sobre músicas! Gente, que difícil! Não foi nada fácil escolher apenas uma música pra cada item, mas regra é regra e tentei me conter! Então, simbora!

Uma música que te lembre um momento bom

É uma música que adoro, faz meu coração feliz e escolhemos para o trailer do nosso vídeo de casamento! Logo, lembra um dos momentos mais felizes da minha vida!

Uma música que defina a sua vida

Essa música é muito marcante pra mim, acho que diz tanto…

Uma música que te faz dançar na balada

Balada pra mim é casamento, no máximo formatura! hahaha E é essa é uma música que anima os pezinhos!

Uma música que foi tema de algum relacionamento

Dispensa maiores comentários, né?! <3

Uma música que sempre te faz chorar

Numa noite antes de um casal amigos que amo muito mudarem da cidade que morávamos, ouvimos essa música várias vezes e eu chorava descontroladamente, de tanto que mexeu comigo! Acho que nunca mais vou conseguir desassociar e só de lembrar me emociona. Ah, o final da história: eles passaram uns anos morando fora, depois voltaram. E hoje, nem eu, nem eles moram lá, mas continuam sendo amigos amados e foram padrinhos do meu casamento!

Uma música que seria toque do seu celular

Não só seria, como é! Celular vai, celular vem e faz uns três anos que não consigo mudar o toque! É quase uma marca registrada!

Uma música que você gostaria de tatuar

Não sou muito fã de tatuagens, embora tenha uma. Então acho que não tatuaria de fato, mas a letra é fantástica e tatuaria na parede do home office, serve?

Muito antes de estar na novela eu já morria de amores por essa música. Tão lindinha!

Uma música que você está viciada agora

Eu nem gosto de Malta, nem nada! Porém, TODA VEZ que ligo a televisão passa a propaganda do disco deles, tocando essa música! Sem falar que é daquelas chiclete, né, gruda na cabeça e a pessoa passa o dia cantando mentalmente, mesmo sem querer!

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você

Ok, não é uma música que as pessoas realmente escutem. Mas, tenho certeza absoluta que se por acaso ouvirem, de mim lembrarão! hahaha

 

Pra responder a tag, indico: a Carol, a Gi e a Natz!