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26 de maio de 2015

chez b 365 dias extraordinários 01

Quem leu Extraordinário vai entender: não tem como não amar 365 Dias Extraordinários! Este, nada mais é, do que o livro de preceitos do Sr. Browne, professor de August – o personagem principal de Extraordinário. Cada página corresponde a um dia do ano e traz um princípio. As frases são inspirações e ditos retirados de letras de música, grandes pensadores, livros clássicos, ditados populares e alguns formulados pelos próprios personagens e leitores do primeiro livro.

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365 Dias Extraordinário é lindo em todos os sentidos. De capa dura, todo desenhado e com fontes variadas, cada página é uma surpresa. Sabe aqueles pensamentos bacanas para serem lidos ao acordar ou antes de dormir? Então! É só abrir uma página aleatória deste livro ou a correspondente ao dia, que com certeza você encontrará algo super bacana para estampar seus pensamentos.

Também acho um livro fofo pra dar de presente, é inspirador, delicioso e impossível não se apaixonar.

 Ah, para quem ainda não assistiu, falei deste livro nesse vídeo aqui!

 

 

chez b 365 dias extraordinários nota

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19 de maio de 2015

chez b as revistas que ainda leio 07

Desde pequena eu tenho uma grande paixão por REVISTAS. Começou com os gibis e revistinhas infantis e, logo que entrei na pré-adolescência, já comecei a incomodar meus pais querendo comprar Carícia, Atrevida (minha preferida!!!) e Capricho. Lembro da ansiedade que era cada começo de mês ou quinzena, à espera da nova edição! Na quinta série, eu cometia um pecado do bem em prol das minhas queridas revistas: levava para o colégio com o objetivo único de emprestar pras minhas amigas que as mães não deixavam ler!

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Apesar de nem sempre o conteúdo ser dos melhores e de ditar regras e comportamentos muitas vezes bobos, a Capricho & Cia me ensinaram muitas coisas. Lá estavam todas as dúvidas que uma adolescente poderia ter, passando por sexo, roupas transadas (e essa expressão?!!), músicas e artistas gatos da época. Vinham pôsteres do Brad Pitt e dos Hanson pra colar na porta do guarda-roupa e tinham vários testes do tipo “que amiga você é” ou “será que ele gosta de você” que ficava ansiosa pra fazer todos os meses.

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O tempo passou, obviamente fui amadurecendo e a Capricho já não trazia mais novidades para o meu mundo. Era “coisa de pirralha”, sabe? Então, entrei numa fase fitness e passei a comprar Boa Forma. De vez em raro, comprava também a Nova, mas nunca foi uma revista que me atraiu muito. A folha era muito fina e o assunto era único: sexo.

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Na transição real da adolescência para a idade adulta, eu entrei em crise com relação a revistas. Não me identificava com nada mais. Sempre procurava algo novo na banca, mas, ou as publicações eram para mulheres mais velhas ou muito mais novas. Cadê o meio termo? Tentei a Elle por um bom tempo e, também, a Vogue, porém o assunto era basicamente moda e coisas distantes do meu interesse. Achava cansativo e acabei abandonando.

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Depois de um bom tempo sem saber muito o que ler, achei uma revista que era a minha cara: Marie Claire. Conteúdo bom e variado, matérias bem escritas e embasadas. Uma revista adulta, mas jovem: tudo o que eu procurava.

Nesse meio tempo, surgiram os blogs e muita coisa mudou. As publicações impressas acabaram perdendo bastante força, já que o leitor passou a querer a notícia imediata, curta e rápida. Esperar o próximo mês pra ler sobre a nova moda de sapatos? So last season! Agora é tudo simples e fácil, você entra na internet e com uma rápida pesquisa encontra qualquer informação que queira, a qualquer momento. As próprias revistas têm seus formatos digitais. No mundo de hoje, se não houver versão online, fica pra trás.

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Porém, eu sou old school e ainda tenho amor por revistas impressas. Gosto de pegar na mão, folhear, ler sem depender de bateria e wifi. E, pra mim, a Marie Claire continua sendo a publicação com melhor e mais relevante conteúdo, daquelas que não preciso ler as manchetes pra saber que algo ali vai me interessar. Além de trazer capas lindas, geralmente com atrizes super bacanas, pessoas reais. E é por isso que até hoje a compro religiosamente todos os meses.

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Outra edição que eu gosto muito, é a Glamour. Esta é para uma leitura mais despretensiosa, desencanada e sem muita densidade. As reportagens, em regra, são um pouco superficiais. A linguagem é a mais atual possível, cheia de gírias e bem informal, o que acho bacana. Agora, ironicamente, o que curto mesmo são as fotos e as matérias que remetem ao mundo virtual, que não são poucas. Sempre tem uma blogueira ou uma indicação de Instagram na revista. E é isso que adoro na Glamour. Vai entender!

E vocês, ainda leem revistas? Quais as preferidas?

 

 

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12 de maio de 2015

chez b literatura cinderela pop 01

Quando vi Cinderela Pop no catálogo de lançamentos da Galera Record, fiquei bem animada pra ler. Já fazia um tempo que eu estava querendo ler algo da Paula Pimenta, mesmo sabendo que se trata de uma literatura bem adolescente. E fui feliz ler Cinderela Pop!

Resuminho rápido: o livro gira em torno de Cíntia, uma garota de 17 anos que, após a separação dos pais, vai morar com a tia, pois sua mãe vai trabalhar no Japão. O pai, por sua vez, casa-se novamente com uma “madrasta-má”, que tem duas filhas gêmeas… Cíntia é DJ e, na festa de 15 anos das “irmãs”, ao tocar mascarada, conhece Frederico – que é um verdadeiro príncipe – mas, à meia-noite, precisa deixar a cabine de DJ e não consegue se despedir… E não vou contar mais nada, pois vocês sabem que detesto spoilersLogicamente que qualquer semelhança com a Cinderela que conhecemos não é mera coincidência! 

Cinderela Pop é um conto de fadas moderninho, super atualizado aos dias de hoje! Em determinado ponto, lembrou bastante Garota Online, pois existe um “segredo” bem semelhante nas duas histórias. O livro é curtinho, de leitura fácil e super rápida, eu li num dia! Gostei bastante da simplicidade do texto da Paula Pimenta, bem adequado ao que se propõe. A única coisa que não curti muito foi a falta de detalhes nas descrições dos contextos em que Cíntia estava inserida. Achei um pouco ‘pobre’ nesse sentido, pois pouco se sabia dos ambientes e da aparência dos personagens, por exemplo. Exceto por isso, o livro é todo fofinho!

Enfim, pra quem gosta de um livro bem teen, pode apostar nesse conto de fadas à brasileira!

 

 

chez b literatura cinderela pop nota

 

 

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4 de maio de 2015

Garota Online chegou de surpresa aqui em casa – presente da Editora Galera Record – e eu fiquei tão, tão feliz (até contei neste vídeo)! Isso porque é o primeiro livro da Zoella, essa youtuber britânica super fofa da foto e mais: a personagem principal da história também é uma blogueira! Como não amar?

Em linhas rápidas: Penny é uma garota inglesa desastrada e meio deslocada, tem uma ex-melhor-melhor-amiga-da-onça e uma quedinha por um menino popular do colégio. Seu vizinho e melhor amigo Elliot é sensacional e seus queridos pais são donos de uma empresa de organização de casamentos, a Felizes Para Sempre. Depois de um acidente de carro, Penny passa a sofrer ataques de pânico e começa a escrever um blog anônimo.

Lá pelas tantas, ela precisa ir a Nova York e acaba conhecendo o adorável Noah, um garoto lindo, atencioso, carinhoso e que esconde um certo segredo… e aí a história desenrola! Ainda, o livro aborda de forma leve, porém convincente, temas interessantes como a exposição na internet de forma negativa, a síndrome do pânico e sentimentos de superação e autoestima.

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Garota Online é daqueles livros que a gente pega e não consegue largar. Sim, fazia muito tempo que eu não conseguia dormir antes de terminar um livro e assim foi com este! No sábado, fiquei até duas e meia da manhã devorando essa deliciosa, envolvente e divertida história, que já termina deixando saudades.

Realmente, não teve como não amar Garota Online! Espero enlouquecidamente por uma continuação, um filme, uma série!! Afinal, vai ser difícil ficar sem as aventuras de Pen!

 

 

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28 de abril de 2015

chez b quarteto de noivas nora roberts mar de rosas

Ano passado, a Kat do Eu Suspiro fez um post superlegal sobre o livro Álbum de Casamento, da Nora Roberts. Fiquei bem animada e resolvi ultrapassar meu preconceito com a autora e logo comprei para conferir. Li, gostei e contei sobre ele aqui! E, como Álbum de Casamento era o primeiro livro da série Quarteto de Noivas, fiquei interessada pela continuação e comprei também Mar de Rosas.

São quatro livros em que cada um conta a história de uma das amigas e sócias da empresa Votos, que cuida da organização de casamentos. Mac, Laurel, Parker e Emma são grandes amigas desde a infância, moram na mesma propriedade, são jovens e bem sucedidas em suas profissões (cada uma cuida de um ramo da Votos). O primeiro livro tem como personagem principal Mac, a fotógrafa. Já o segundo, Mar de Rosas, conta a história de Emma, a florista.

Emma é linda, independente, sensual e passa a se sentir atraída por Jack, o melhor amigo sedutor do irmão de Parker e também do quarteto de meninas. Emma e Jack iniciam um romance, ainda que com um pé atrás – já que não querem estragar a amizade deles e do grupo – e começam a se envolver cada vez mais. O problema é que a história se desenrola lentamente com foco total no caso dos dois e não anima. A leitura flui lenta, cansativa e sem grandes emoções. Eu realmente me arrastei pra terminar o livro e, no final, já estava até dando uma puladinha no texto, pois não saía da mesmice. Nenhum grande acontecimento, nada de arrebatador, um enredo sem sal e sem açúcar, que me roubou toda a vontade de ler os demais livros da série.

chez b. álbum de casamento quarteto de noivas

Diferentemente do primeiro, Mar de Rosas remeteu àquela velha visão que eu tinha de Nora Roberts. O romance é leve e bobinho demais, não tem um diferencial a ponto de segurar o leitor. Acho que só vale a pena para quem curte algo bem água sem açúcar, sabe?! Uma pena, pois havia gostado bastante de Álbum de Casamento e tinha esperança de que fosse uma série gostosa até o final.

chez b quarteto de noivas nora roberts mar de rosas 02

 

 

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