início Ela Livros
Blogroll Contato


23 de junho de 2016

chez b como eu era antes de vc

Não sou uma pessoa que se sensibiliza muito facilmente com filmes e livros a ponto de deixar escorrer uma lágrima dos olhos. Saí de casa ansiosíssima para assistir o recém estreado, mas muito, muito esperado filme Como Eu Era Antes de Você. Quem acompanha o blog sabe o quanto amei o livro, facilmente um dos mais belos e envolventes que li em 2014. Minhas amigas que também aguardavam a estreia da adaptação já anunciaram seus lencinhos e algumas até optaram por esperar e assistir em casa, não querendo correr o risco de passar a vergonha de sair com os olhos inchados do cinema. Mas, como eu sou durona (aham… senta lá, Bruna!), não era meu caso, né. Seria emocionante, disso eu estava certa, mas daí a escorrer lágrimas de desespero… não, por isso eu não esperava.

chez b como eu era antes de vc 6

Pois bem. Eis que o filme começou lindo, leve e bem humorado. Emilia Clarke (que meu marido nem reconheceu como Daenerys Targaryen, a incrível não-queimada – viciados em GoT entenderão!) com sua atuação excepcional conseguiu ganhar meu coração de cara, dando vida à querida e não-estereotipada Lou. Sam Claffin demorou uns segundos a mais, porém logo conquistou meu amor com a ironia charmosa de Will Traynor. Belíssima locação, caracterização excelente, figurino ilário e ótima escolha de elenco – fãs de Downton Abbey: Mr. Bates faz o papel do pai de Lou! A única personagem que não me encantou e foi quase oposta ao que eu imaginava foi a irmã dela, Treena. Mas ok, facilmente superável, até porque pouco aparece.

como eu era gif 1

Sobre o filme em si, minhas considerações: a adaptação é muito fiel ao livro. Algumas coisas foram negligenciadas sim, pois a riqueza de detalhes da obra escrita não caberia em curtos 109 minutos. O que, aliás, achei muito pouco. Eu queria mais. Queria mais Lou, mais Will, mais dos conflitos vividos por ele e sua reticência em sair de seu próprio mundo.

O Will estava um pouco mais fácil no filme, talvez pela rapidez com que tudo precisou acontecer. Então, acredito que alguns bons minutos a mais não seriam em vão. A família de Lou (exceto Treena) foi legalzinha, a ida de Will lá foi um dos pontos altos de humor. Pat (que poderia parecer um pouco mais obcecado pelos exercícios físicos, como de fato era) é hilário e, embora mal abra a boca, suas expressões são fantásticas. Não mais que as de Lou, claro, que carrega uma carga expressiva impressionante. Já adorava Emilia Clarke, mas confesso que na pele de Louisa ela é ainda mais impressionante e supera todas as expectativas, não pensaria em outra atriz para o papel. Vivi o filme como vivi o livro, envolveu tanto quanto esperado e supriu as expectativas imensas que criei. Valeu a pena. E já quero uma continuação.

chez b como eu era antes de vc 4

Agora, voltando às lágrimas. Em 40 minutos de filme escaparam dos meus olhos os primeiros dois litros. Levemente recuperada, numa cena espetacular e sentimentalmente profunda, vieram mais uns 5 litros. Como não tinha mais garrafinhas de água disponíveis, tratei de transformar as lágrimas em soluços, pra não desidratar e não perder o final… mas aí… vem aquele final. Aquele. E não conto mais como lidei, pois minha emoção não permite. Ainda não consegui me recuperar. TPM contribuiu certo, mas a carga emocional de Como Eu Era Antes de Você derruba qualquer um.

como eu era gif 3

É lindo. Simplesmente: assistam.





12 de abril de 2016

chez b a culpa é das estrelas 02

A Culpa é das Estrelas já é quase antigo, mas não pude pensar em outra coisa para o projeto deste mês. Explico: o tema do Discípulas de Carrie de abril é LIVROS e, em decorrência, o objetivo do Blahnik Movie é contar qual filme melhor complementa o livro e vice-versa. Eu, particularmente, gosto sempre de ler o livro antes de assistir ao filme. Dificilmente faço o inverso. Até porque raramente a versão cinematográfica me surpreende de forma positiva, já que é inevitável a história seja um tanto quanto “resumida” e é muito, mas muito difícil que os personagens realmente correspondam às nossas expectativas e imaginações prévias.

chez b a culpa é das estrelas 03

O primeiro filme que vem à mente quando penso em algum que não tenha deixado a desejar com relação ao escrito é A Culpa é das Estrelas. Há pouco mais de dois anos, li o livro meio ressabiada, achando que não gostaria muito e seria teen demais pra mim, porém, amei. Aí, alguns meses depois, veio o filme e, novamente – apesar de ansiosíssima -, tinha o pé atrás, já que como disse antes: o livro é (quase) sempre melhor que o filme. Só que me surpreendi e muito!

chez b a culpa é das estrelas 01

A Culpa é das Estrelas é um dos poucos filmes que traduzem fielmente o livro. Perfeito! A história é contada em detalhes, os diálogos são incríveis (assim como no livro, claro), não deixa a desejar em absolutamente nada. Os atores são sensacionais. Amei a interpretação da Shailene Woodley, realmente parecia a Hazel que eu imaginava! Gus foi interpretado por Ansel Elgort, uma fofura só! A sensibilidade  e a profundida que os personagens passam realmente emocionam. E, assim como o livro, ao mesmo tempo que a história nos toca e nos leva a reflexões profundas, também é engraçado, fofo, gostoso de assistir.

E para vocês, qual filme complementa mais o livro e vice-versa?! Me contem!!

discipulas de carrie





23 de julho de 2015

Cinderella e Minions eram os dois filmes infantis com estreia neste ano que eu estava doida pra assistir. O primeiro vi bem atrasadinha, em casa mesmo. Já os Minions consegui assistir no cinema com uma amiga, na semana passada! Tenho certeza que a maioria de vocês já deve ter visto os dois, então depois me contem o que acharam!

Cinderella

CINDERELLA

A ansiedade pelo lançamento de Cinderella era muito grande! Até falei um pouco sobre isso aqui! É que além de ser mega fã desse clássico da Disney, o elenco do filme contava com atores de Downton Abbey (Lily James/Rose; Sophie McShera/Daisy), Game of Thrones (Richard Madden/Robb Stark) e Os Bórgias (Holliday Grainger/Lucrezia), minhas séries favoritas; além da excelente Cate Blanchett, que incorporou a madrasta de Cinderella.

chez b cinderella 05

Sei que o filme não supriu as expectativas de muitas pessoas, mas as minhas, sim! A versão humana de Cinderella foi bem fiel ao desenho, achei muito bem feito e, ao contrário do que imaginei, gostei de Lily James vivendo a protagonista. Ah, também me apaixonei pelo Príncipe Robb Stark e torci para o óbvio final feliz. Ou seja, adorei a adaptação!

Minions

chez b minions 02

Bom, eu queria muito ver os Minions e fiquei super triste quando chegou no cinema aqui onde moro, somente na versão dublada. Ainda que desenho, prefiro assistir legendado, tenho certo trauma do Herbert Richers! Porém, a curiosidade venceu, superei o empecilho e fui encarar a turminha amarela mega fofa. E aí me dei conta que… os Minions não falam! Só resmungam banana e coisas aleatórias esquisitas, como eu tinha esquecido disso?

chez b minions 01

Então, ok, apesar de ter perdido Sandra Bullock dando voz à vilã Scarlet, o fato de o filme ser dublado não foi exatamente um problema. Mas, o fato de os Minions não falarem foi um pouco. Achei o filme bonitinho e engraçadinho, como deveria ser. Porém, nada demais! A história é fraca, o enredo lento e, na minha opinião, faltou uma mensagem bacana – afinal, não podemos esquecer que em tese o filme é feito para crianças. Não é ruim, no entanto eu facilmente esperava mais.





16 de julho de 2015

chez b uma linda mulher 01

Voltando à vibe dos anos 90, tema do Discípulas de Carrie deste mês, o projeto Blahnik Movie consiste em resenhar algum (ou alguns) dos três filmes sugeridos no mês. O nome, claro, é em referência à marca de sapatos preferida de Carrie, Manolo Blahnik! Então, dentre os filmes propostos – Uma Linda Mulher, As Patricinhas de Beverly Hills e 10 Coisas que Eu Odeio em Você – optei pelo primeiro, lançado em 1990.

Uma Linda Mulher é um clássico, um conto de fadas moderno e inovador na época, com Richard Gere no papel de príncipe e Julia Roberts vivendo a gata borralheira que vira princesa. Dúvido que alguém ainda não tenha assistido, mas caso exista, aconselho que o faça logo, pois vale muito a pena e está disponível no Netflix!

chez b uma linda mulher 03

Vivian (Julia Roberts) é uma prostituta suburbana e conhece o milionário Edward (Richard Gere), quando ele lhe aborda pedindo informações. Papo vai, papo vem, Vivian entra no carro e vai até o hotel onde Edward está hospedado e acaba por ali ficando. Logo, ele pede que ela passe a noite e, depois, a semana. E assim começa a história desse improvável casal.

Uma Linda Mulher é um romance quase inocente, leve e agradável de ver. Impossível não simpatizar com a carismática e espontânea Vivian e torcer para que as coisas deem certo para ela. Inclusive, uma das cenas icônicas do filme é quando, após um banho de loja financiado pelo empresário, Vivian retorna à boutique da qual tinha sido praticamente expulsa no dia anterior, por não estar “adequadamente” vestida, e mostra um monte de sacolas, deixando a estúpida vendedora boquiaberta!

chez b uma linda mulher 07

A trilha sonora é incrível e conta com a memorável Oh, Pretty Woman de Roy Orbison. O figurino é um show à parte. Praticamente nada seria usável hoje em dia, a moda evolui, os conceitos mudam, porém, levando em conta o estilo da época, os vestidos, chapéus, penteados mirabolantes e luvas brancas que Vivian passou a usar são encantadores.





9 de julho de 2015

chez b sessão pipoca frances ha

Uma vez, comecei a assistir a Frances Ha (disponível no Netflix), mas desisti em seguida, por ser p&b (sim, tenho agonia!). Porém, os elogios foram tantos e vindos de pessoas com total credibilidade que resolvi dar uma segunda chance. Sinceramente, não achei tudo aquilo. O fato de ser preto e branco deixou de incomodar, é verdade, mas eu esperava mais. Acho que fui com a expectativa lá em cima e não me apaixonei.

chez b sessão pipoca frances ha 01

Greta Gerwig é Frances, uma garota simples e simpática que recusa o convite de morar com o namorado, para não deixar sua melhor amiga Sophie, com quem divide um apartamento, sozinha. No entanto, quando Sophie tem a oportunidade de mudar para um lugar melhor localizado com outra garota, não pensa duas vezes e deixa Frances super decepcionada. Esse é só o iniciozinho do filme, que mostra a transição de Frances para a fase adulta, mesmo que aparentemente ela não perceba (ou não queira perceber?) que está crescendo e sua vida mudando. É um filme que mostra a vida comum, com cenas totalmente identificáveis. Frances é muito carismática e ao mesmo tempo que dá uma certa vergonha alheia das suas atitudes, dá vontade de dar um super abraço nela e ser sua amiga.

chez b sessão pipoca frances ha g

Não amei o filme, mas gostei bastante. Acho que quem curte a série Girls (não é meu caso) vai adorar, pois é bem o estilo!  Quem mais assistiu? O que acharam?